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Aos 70 anos, Iggy Pop segue sendo a essência do rock’n’roll

Um dos maiores nomes do rock’n’roll, Iggy Pop completou 70 anos neste mês e ainda segue como um dos ícones do gênero

Se o rock’n’roll fosse representado por uma pessoa, essa pessoa seria Iggy Pop. O cantor, que completou 70 anos no dia 21 de abril, é a pura essência do rock até hoje.

Iggy Pop completou 70 anos no último dia 21

Iggy Pop completou 70 anos no último dia 21

Foto: Reprodução

Sempre se reiventando, Iggy Pop chegou à sétima década de vida (e aos 57 anos de carreira) numa posição de dar inveja à muita gente. Com a saúde em dia, o músico ainda consegue ser produtivo e relevante: no ano passado, ele lançou o álbum “Post Pop Depression” com uma banda que incluia o guitarrista Josh Homme, do Queens of the Stone Age, e o baterista Matt Helders, do Arctic Monkeys.

Apesar de não ser um dos melhores trabalhos da carreira do músico, o disco do ano passado mostra que ele ainda está na ativa e segue sendo relevante. A carreira do americano se confunde com o desenvolvimento do rock, e não é exagero algum que ele carrega em seu sangue a história de um dos ritmos mais importantes de todos os tempos.

Inotordoxo

O que mais impressiona é a inortodoxidade do músico. Nascido James Newell Osterberg Jr, ele transitou muito bem pelo rock e pelo blues, mas ficou marcado mesmo pela música transgressora. Foi com o The Stooges que Iggy viveu o melhor momento de sua carreira, mas também o mais conturbado.

Se nos palcos ele se consagrava, fora deles o músico enfrentava o vício em heroína. Foi isso que fez os Stooges acabarem. Depois do fim da banda, Iggy viveu um dos períodos mais férteis da carreira em Berlim, onde trabalhou com David Bowie e fez dois dos melhores discos da vida, “The Idiot” e “Lust for Life”.

Dali pra frente, o cantor se consagraria como uma das inspirações do punk, título do qual se aproveitaria nos anos 1990 e 2000. Na década de 2010, o cantor aproveitou sua influência na música para tentar coisas mais exeperimentais, como o seu disco mais recente.

O mais importante na carreira de Iggy Pop é como ele carrega o rock’n’roll em si. Após 57 anos de carreira, o cantor ainda é um artista necessário e fundamental para a música, dando provas de que ainda tem muito para contribuir.

‘Dos quadrinhos para o cinema’, Os 25 melhores filmes de heróis já feitos

Filmes baseados em quadrinhos dominam as salas de cinema e “Guardiões da Galáxia Vol. 2” é o mais recente exemplar a tomar os multiplexes de assalto. É um gênero à parte, listamos as melhores. Títulos como “Batman”, “X-Men” e “Capitão América” lideram a lista dos melhores de todos os tempos

Os filmes de super-heróis se tornaram um fenômeno do cinema nos últimos anos – embora várias adaptações de histórias em quadrinhos já fossem feitas muito anos. No meio de tantos lançamentos com os mais diversos estilos de produção, listamos 25 filmes do gênero que se destacam pela sua qualidade, pela inovação que trouxeram no segmento ou por apresentar personagens já conhecidos de uma forma totalmente nova.

“Batman: O Cavaleiro das Trevas”

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Os melhores filmes de super-heróis:”Batman: O Cavaleiro das Trevas”

Foto: Divulgação

Dirigido por Christopher Nolan, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, lançado em 2008, levou os filmes de super-heróis para um novo patamar de qualidade. Baseado nas histórias de “A Piada Mortal”, um dos quadrinhos mais icônicos do personagem, e “O Longo Dia das Bruxas”, o filme extrapolou as expectativas de um filme de ação e foi indicado em oito categorias do Oscar – sendo que venceu em duas. A atuação brilhante de Heath Ledger no papel do Coringa consagrou o ator e aumentou a popularidade do vilão, transformando-o em uma verdadeira lenda do gênero.

“Logan”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Logan”

Foto: Divulgação

“Logan” um dos sucessos do cinema em 2017, já tem potencial para ser tão significativo quanto “O Cavaleiro das Trevas” foi há nove anos. Encerrando a participação de Hugh Jackman como Wolverine nos cinemas, o filme mostra a decadência do personagem e um universo em que os mutantes já foram praticamente extintos. Completamente entregue ao seu destino, Logan se reergue depois de conhecer Laura, uma jovem mutante fruto de testes governamentais. O longa dirigido por James Mangold pode criar um novo rumo para os filmes de super-heróis daqui para frente.

“Homem de Ferro”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Homem de Ferro”

Foto: Divulgação

Sucesso imenso em todas as partes, “Homem de Ferro” introduziu o excêntrico Tony Stark no universo dos heróis do cinema. Diferentemente de muitos, Tony não nasceu um super-herói, mas tornou-se um a partir de sua inteligência e de sua fortuna imensurável. “Homem de Ferro” conquistou o público não apenas pelas qualidades técnicas do filme, mas por apresentar um personagem com caráter humano, com falhas e, acima de tudo, humano – e foi isso que fez com que as pessoas se relacionassem com Tony Stark, fazendo com que ele virasse um dos super-heróis mais representativos do cinema.

“X-Men: Primeira Classe”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”X-Men: Primeira Classe”

Foto: Divulgação

A saga dos “X-Men” já era muito popular quando “X-Men: Primeira Classe” foi anunciado. Um filme arriscado por trazer atores diferentes dos que já estavam consagrados nos principais papeis da história, o título foi muito bem sucedido e conseguiu não somente apresentar as origens do grupo dos “X-Men” para o público, mas se manter fiel à temporalidade. “X-Men: Primeira Classe” mostra os jovens Professor Xavier e Magneto em sua busca por reunir mutantes e conquistar a união entre eles e as pessoas normais.

“Capitão América: Guerra Civil”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”capitão América: Guerra Civil”

Foto: Divulgação

Indo além dos clichês de filmes baseados em heróis dos quadrinhos, “Capitão América: Guerra Civil” mergulha completamente do universo cinematográfico e mostra uma mesma equipe divida por questões ideológicas que transforma antigos aliados em rivais.

A civilização está completamente destruída depois de ser palco para inúmeras batalhas e agora o time dos Vingadores precisa escolher um lado: continuar lutando e causando sofrimento para as pessoas para extinguir o mal por completo ou tentar se reerguer do caos. Um dos pontos do filme talvez seja mostrar a fragilidade ideológica envolvida nessa “guerra”, pois é difícil delinear os objetivos exatos de cada lado.

“Batman” (1989)

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Batman”

Foto: Divulgação

“Batman” é uma lenda do cinema – e não seria para menos. Dirigido por Tim Burton, com Jack Nicholson no papel de Coringa, Michael Keaton como Batman e com a trilha sonora do cantor Prince, o filme mostra o início da luta do morcego por justiça em Gotham. Sem grandes efeitos especiais, o longa é um clássico das adaptações de heróis para o cinema e é até hoje lembrado como um dos melhores do gênero.

“Superman” (1978)

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Superman”

Foto: Divulgação

“O que é aquilo voando no céu? Um pássaro? Um Avião?” O “Superman”, um grandes sucessos e mais clássico dos filmes de heróis de todos os tempos. O filme conta a história do Super-homem, um “órfão alien”, como diz a sinopse, é deixado na terra e por aqui se tornar o “primeiro e maior” herói de todos os tempos.

Várias cenas do longa ganharam o imaginário popular e, mesmo quase 40 anos após seu lançamento, ainda são referências unânimes do cinema, exploradas frequentemente pela cultura pop. Ainda que alguém nunca tenha assistido o filme, com certeza conheça as cenas emblemáticas.

“Deadpool”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Deadpool”

Foto: Divulgação

“Deadpool” foi um filme que deu muito que falar quando chegou aos cinemas. O anti-herói mais cômico dos quadrinhos teve sua história – finalmente – transformada em um filme e que superou as expectativas de quem estava aguardado seu lançamento. Provando que esse tipo de personagem não é coisa apenas de criança, o longa foi classificado como impróprio para menores de idade por seu conteúdo fortemente violento, piadas nada “politicamente corretas” e muitas referências sexuais. A combinação desses elementos deu muito certo e provou que esse tipo de produção pode sim apostar em audiências mais maduras e se jogar no humor mais “pesado”.

“Homem-Aranha”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Homem-Aranha”

Foto: Divulgação

Quem diria que o filme de um jovem tímido picado por uma aranha seria um dos filmes de super-heróis que mais se destacaram nos últimos tempos? “Homem-Aranha” é a mistura mais improvável de características de um herói – de acordo com Stan Lee, criador do personagem, Peter Parker foi inspirado nele mesmo quando jovem – mas que se provou um sucesso. O primeiro filme da sequência mostra desde o incidente sofrido por Peter Parker que o daria superpoderes até sua jornada para tornar-se um super-herói. Um dos fatores que ganhou o público foi, possivelmente, a ingenuidade do protagonista.

“Homem-Aranha 2”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Homem-Aranha 2”

Foto: Divulgação

Repetindo a dose do primeiro, “Homem-Aranha 2” acompanha mais uma vez os dramas de Peter Parker que, antes de ser um herói, precisa lutar contra a maré de azar que assola sua vida pessoal – Mary Jane, amor de sua vida, irá se casar com outro, suas vida acadêmica está perdida e seu emprego está por um fio. Ele deixa o “Homem-Aranha” de lado, mas uma super-vilão o faz voltar à ação e viver mais uma vez as emoções de combater os crimes. A produtora conseguiu acertar em cheio duas vezes e “Homem-Aranha 2” teve tanto sucesso quanto seu antecessor.

“X-Men 2”

Os melhores filmes de super-heróis%3A ''X-Men 2''

Os melhores filmes de super-heróis:”X-Men 2”

Foto: Divulgação

Continuando a saga dos poderosos mutantes, “X-Men 2” se provou tão promissor quanto o seu primeiro: se apoiando em elementos da ficção científica, mas ainda com uma grande ligação com a série de quadrinhos, a produção é, até hoje, uma das mais impressionantes do universo dos heróis. Explorando os X-Men como um grupo, a sequência da franquia retrata a caçada aos mutantes pelo governo e o preconceito que eles sofrem da população em geral, precisando lutar para sobreviver à extinção.

“Guardiões da Galáxia”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Guardiões da Galáxia”

Foto: Divulgação

Baseado em um quadrinho quase desconhecido, “Guardiões da Galáxia” conseguiu criar um filme que balanceava ação e humor sem exagerar demais em nenhum dos lados. Ambientado em outro ponto do universo, um grupo de criminosos se junta para encarar uma missão intergaláctica. “Groot”, um alienígena humanoide meio árvore, se tornou uma sensação entre o público do longa. Os efeitos e a caracterização dos povos de outros planetas é um dos pontos altos do filme de aventura espacial.

“Hellboy”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Hellboy”

Foto: Divulgação

Um demônio que é conjurado por oficiais nazista no final da Segunda Guerra Mundial originou um herói – ou anti-herói – um pouco incomum. “Hellboy” é uma adaptação do diretor Guillermo del Toro que conseguiu traduzir a atmosfera do personagem que nasceu nas profundezas do inferno, mas, depois de crescer sob a tutela de um professor, decidiu usar sua força para trabalhar a favor da humanidade, ainda que ainda lute internamente com sua natureza maldita.

“Doutor Estranho”

Os melhores filmes de super-heróis%3A ''Doutor Estranho''

Os melhores filmes de super-heróis: ”Doutor Estranho”

Foto: Divulgação

“Doutor Estranho” convida o público a uma viagem psicodélica repleta de misticismo. Doutor Estranho é um médico que sofre um acidente e na tentativa de recuperar sua vida se junta a um grupo de pessoas que, a partir da espiritualidade, conseguem acessar uma gama de poderes e magias – e é assim que o médico se transforma em um super-herói que irá resgatar a humanidade de entidades poderosas que querem destruir o planeta. Apesar da história não ser tão chamativa, são os efeitos especiais de tirar o fôlego que fazem “Doutor Estranho” ser um ótimo filme.

“Vingadores”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Vingadores”

Foto: Divulgação

O que pode ser melhor do que um filme com um super-herói? Um filme com seis super-heróis juntos lutando para salvar a humanidade do terrível plano do vilão Loki – que acabou sendo o maior destaque filme. Depois dos filmes dos personagens separados terem um grande sucesso, era certo um juntá-los em uma superprodução seria uma aposta certeira. “Vingadores” reúne alguns dos heróis mais marcantes da Marvel: Thor, Homem de Ferro, Capitão América e o Hulk são os principais que integram esse time poderoso. A produção foi feita para agradar comercialmente, mas isso não tira seu mérito como filme de ação muito bem produzido.

“Watchmen”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Watchmen”

Foto: Divulgação

Escrito por Alan Moore, “Watchmen” é um dos quadrinhos mais notáveis da DC Comics e sua adaptação para o cinema foi feita para quem já é “iniciado” no assunto. As cenas, falas e ações dos desenhos foram levadas ao pé da letra no filme – e isso pode torna-lo lento para quem não está familiarizado com a trama, entretanto o trabalho de traduzir as páginas da novela gráfica para o cinema se destaca. O universo dos heróis decadentes de “Watchmen” é recriado exatamente como foi idealizado pelo escritor na década de 1980.

“Os Incríveis”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Os Incríveis”

Foto: Divulgação

Saindo do universo com atores de carne e osso, “Os Incríveis” conseguiu reunir todas as características dos filmes de heróis e rir de alguns clichês como os trajes extravagantes utilizados pelos personagens do gênero. Uma família em que os pais são super-heróis aposentados, mas que tentam se livrar a todo custo desse universo de repente se encontra no meio de um esquema planejado por um vilão que quer destruí-los. As mensagens típicas de filmes infantis – como valores morais, união, dentre outros – estão presentar na animação, mas isso não faz com que ela deixe de ser um ótimo entretenimento para adultos e crianças. Desde que “Os Incríveis” foi lançado em 2004, o público pede por uma continuação da história que cativou plateias de todas as idades ao redor do mundo – e somente 14 anos depois o pedido seria atendido e o longa deve sair em 2018.

“Homem de Ferro 2”

Os melhores filmes de super-heróis%3A ''Homem de Ferro 2''

Os melhores filmes de super-heróis: ”Homem de Ferro 2”

Foto: Divulgação

Dificilmente uma continuação consegue ser tão boa quanto o original, mas “Homem de Ferro 2” realiza a tarefa sem dificuldades. O truque pode estar no fato da continuidade da história se manter. Agora que o mundo sabe que Tony Stark é o Homem de Ferro, Tony precisa conciliar todos os lados de sua vida. Um vilão consegue desvendar a tecnologia por trás de sua armadura começa a trabalhar para o governo, um ataque que ameaça civis é colocado em ação e Tony precisa combater fogo com fogo – ou seja, lutar contra a tecnologia criada por ele mesmo.

“Capitão América: O Soldado Invernal”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Capitão América: O Soldado Invernal”

Foto: Divulgação

O filme “Capitão América: O Soldado Invernal” recorreu à uma saída inteligente para criar uma história de um personagem que não tem quase nenhuma ligação com o universo ao redor: o herói ficou em animação suspensa durante décadas e só foi “acordado” novamente no cenário contemporâneo. O segundo filme solo do Capitão América utiliza essa característica da biografia do personagem para apresentar um personagem de seu passado, Bucky Barnes, que agora volta como vilão matador que apresenta risco para a humanidade. O filme consegue ser atual e, simultaneamente, aproveita o contexto original do personagem.

“Big Hero 6”

Os melhores filmes de super-heróis%3A ''Big Hero 6''

Os melhores filmes de super-heróis: ”Big Hero 6”

Foto: Divulgação

Apesar de “Os Incríveis” ser a primeira animação de super-heróis da Disney, “Big Hero 6” foi o primeiro a sair com o selo da Marvel quando uma empresa foi comprada pela outra. Voltado para o público infantil, o filme tem um tom mais futurista e um grupo de amigos se tornam super-heróis depois de um deles conseguir armaduras para todos – algo similar à história do “Homem de Ferro”, em que nenhum deles tem poderes, mas o adquirem pela tecnologia. Durante os créditos Stan Lee até faz a sua tradicional participação surpresa como em todos os filmes da Marvel.

“Hellboy 2 – O Exército Dourado”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Hellboy 2 – O Exército Dourado”

Foto: Divulgação

A continuação de “Hellboy” mostra uma história totalmente diferente da primeira, mas não menos impressionante. Depois de criar um de seus filmes mais notáveis, “O Labirinto do Fauno”, Guillermo del Toro invocou diversas criaturas fantásticas e um mundo paralelo na sequência do anti-herói demoníaco. Uma civilização perdida quer se vingar da humanidade e o grupo secreto do qual Hellboy faz parte é designado para impedi-la de liberar seu exército e causar devastação.

“Blade II”

Os melhores filmes de super-heróis%3A ''Blade II''

Os melhores filmes de super-heróis: ”Blade II”

Foto: Divulgação

Na primeira leva de grandes adaptações de quadrinhos para o cinema, “Blade II” é a continuação da história do vampiro Blade das histórias da Marvel. Dirigido por Guillermo del Toro o longa mostra um impasse moral para o protagonista que viveu para proteger a raça humana, mas agora, frente à uma epidemia de um vírus que criou uma espécie selvagem de ameaçadora de criaturas, precisa se juntar ao clã de vampiros que, no passado, queriam exterminá-lo. O filme se destaca principalmente pelas suas cenas de ação e pela ambientação da atmosfera sombria e de tensão em que a história acontece. Críticos apontam que, apesar das qualidades, os personagens poderiam ter mais desenvolvimento psicológico.

“Batman: O Retorno”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Batman: O Retorno”

Foto: Divulgação

Dirigir uma continuação de grande sucesso como foi “Batman” em 1989 pode ser um desafio, mas Tim Burton conseguiu acertar um raio duas vezes no mesmo lugar: “Batman: O Retorno” conseguiu ser tão bem sucedido quando o primeiro. Deixando o Coringa de lado, Burton apresentou a Mulher Gato e o vilão Pinguim para o público. No longa um rico empresário se alia ao personagem de Danny DeVito para dominar a cidade de Gotham e o herói mascarado precisou enfrentar a ameaça para proteger seu território. A habilidade de Burton de criar um universo obscuro e ao mesmo tempo envolvente fez com que a produção entrasse para a história dos filmes de super-heróis.

“Capitão América: O Primeiro Vingador”

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Os melhores filmes de super-heróis:”Capitão América: O Primeiro Vingador”

Foto: Divulgação

Como é feito um super-herói? “Capitão América: O Primeiro Vingador” responde essa questão com um ótimo filme que, mesmo cheio de ação no estilo dos quadrinhos, mantém a atmosfera “retro” e é fiel, dentro dos limites da ficção, à época em que a história aconteceu. Durante os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, o governo americano tem um projeto para criar um “super soldado” e para isso recruta voluntários. Steve Rogers é o escolhido para receber uma dose da droga que o transformaria em um super-herói e, assim, após o sucesso do procedimento, ele entra em combate para defender seu país do inimigo.

“Batman Begins”

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Os melhores filmes de super-heróis: ”Batman Begins”

Foto: Divulgação

Deixando de lado a fórmula consagrada que Tim Burton criou para o homem morcego com elementos teatrais, como personagens caricatos que pareciam ter saído de um desenho animado, o diretor Christopher Nolan aposto em criar um Batman mais realista, com sequencias obscuras e um clima de tensão constante. A história não é original: o filme mostra como Bruce Wayne se tornou o Batman após a morte traumática de seus pais, mas “Batman Begins” trouxe uma nova abordagem da mesma narrativa já conhecida por qualquer fã de filmes de super-heróis.

Ator de filme da Disney é encontrado morto dentro de carro

Michael Mentenuto também era jogador de hóquei e estrelou o filme “Desafio no Gelo”, que conta a história do time os jogos olímpicos em 1980

Michal Mentenuto, ator e jogador de hóquei, famoso após estrelar o filme da Disney “Desafio no Gelo”, em 2004, foi encontrado morto dentro de um carro, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (24), segundo o stie TMZ. De acordo com a publicação, a polícia o rapaz de 35 anos se matou com um tiro na cabeça.

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O ator Michael Mantenuto, de “Desafio no Gelo”, foi encontrado morto nessa segunda-feira (24). Segundo autoridades, ele deu um tiro dentro de um carro, em Washington, nos Estados Unidos

Foto: Reprodução

O ator assumiu o papel de Jack O’Callahan no filme “Miracle”, tendo posteriormente abandonado o cinema para se dedicar à carreira militar.

“Aqueles que conheciam o Mike vão recordá-lo como sendo um homem apaixonado pela sua família e pela sua dedicação às forças da lei”, disse um comunicado da Força Aérea.

Sobre o filme

O filme conta a história do time olímpico de hóquei dos Estados Unidos nas Olimpíadas de 1980. Mike atuou somente em dois filmes e se alistou nas Forças Armadas.

Colorado Springs, 1979, Associação Americana de Hóquei Amador. Lá acontece uma reunião com Herb Brooks (Kurt Russell), que está sendo sondado para ser o novo técnico da equipe nacional. Ao voltar para St. Paul, Minnesota, onde vive, Herb diz para sua mulher, Patty (Patricia Clarkson), que nada aconteceu de positivo e que ele não é o técnico que desejam, sendo chamado apenas para uma conversa após dois técnicos terem recusado o cargo.

Assim é com surpresa que recebe uma ligação do Colorado dizendo que o emprego é dele. Herb seleciona 26 jovens atletas, mas 6 serão cortados, para em fevereiro de 1980 em Lake Placid disputarem os Jogos Olímpicos de Inverno. Brooks treina seus atletas de uma forma polêmica, pois ele sonha derrotar a equipe da União Soviética, que é considerada imbatível.

Além do ator, a comédia dramática dirigida por Gavin O’Connor ainda tem no elenco nomes como Kurt Russell, Patricia Clarkson, Noah Emmerich, entre outros.

Maluma vai dividir o palco com Anitta no ‘Música Boa ao Vivo’

Além de marcar presença no programa “Música Boa ao Vivo”, do Multishow, o cantor também participará dos shows da diva no próximo fim de semana

Sim ou Não%2C hit da cantora Anitta que contou com a participação do colombiano Maluma, está entre os (muitos) sucessos emplacados pela funkeira carioca

Sim ou Não, hit da cantora Anitta que contou com a participação do colombiano Maluma, está entre os (muitos) sucessos emplacados pela funkeira carioca

Foto: Reprodução

Sim ou Não, dos cantores internacionalmente conhecidos Anitta e Maluma, foi um hit que registrou um sucesso e tanto entre os fãs dos dois astros e, obviamente, daqueles que adoram se deixar levar pelo ritmo envolvente e viciante do reggaeton. Prova disso, é a vinda do intérprete e galã para as terras tropicais para fazer shows com a cantora.

Além da aparição no programa, o jovem astro colombiano Maluma, de 23 anos, também tem outras tarefas no Brasil. Entre elas, está a participação nos shows da maior musa pop das terras tropicais que dividirá o espaço do palco com o cantor nos dias 29 (sábado) e 30 de abril (domingo) nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente. O espetáculo, em solo carioca, acontecerá na casa de shows Vivo Rio, já na terra da garoa, o local escolhido para a apresentação da funkeira, que contará com a presença do cantor que alavancou com ela o hit Sim ou Não, foi o Espaço das Américas.

Multitalento + 4ª temporada

Que a Anitta é mega talentosa, todos sabem. Mas algo que pode não ser do conhecimento de todo mundo é que a gata, além de cantora, ainda tem outros dotes a serem explorados. Um deles é a aptidão para a TV no modo mais puro. Nesse sentido, a casa que tem a honra de receber a funkeira como anfitriã é o programa “Música Boa ao Vivo”, do Multishow, que em sua quarta temporada, lançada no dia 18 de abril, teve o primeiro episódio batendo recordes: o quadro foi assistido por mais de 1,5 milhão de pessoas, segundo informações do Kantar Ibope MW, e recebeu nomes de peso do meio da música como Luan Santana e Matheus & Kauan, além da dupla Anavitória.

‘The Walking Dead’ terá dois novos personagens na próxima temporada

De acordo com o site “TV Line”, AMC procura dois homens para interpretarem personagens misteriosos na 8ª temporada da série

A oitava temporada de “The Walking Dead” promete muitas novidades, entre elas dois novos personagens bem misteriosos. De acordo com o site TVLine, a emissora AMC está buscando dois homenes para interpretarem os personagens no novo ano da série.

“The Walking Dead” terá dois novos personagens misteriosos na nova temporada, prevista para outubro

Foto: Divulgação

O primeiro deles é Dillon, que é descrito como um trabalhador de 20 e poucos que tem boas habilidades de sobrevivência, entre elas o sarcasmo. Já o outro personagem que entrará em “The Walking Dead” na nova temporada é Abbud, descrito como um adorável muçulmano, mas que tem os nervos à flor da pele, o que o fez andar sozinho por muito tempo.

Essas foram as únicas informações divulgadas sobre os novos personagens, mas os fãs já começaram as especulações. A tendência é que Dillon e Abbud façam parte do grupo de mocinhos da série.

Os espectadores mais fervorosos da série já estão imaginando os pares dos personagens. Para eles, Dillon será meio parecido com Spencer (Austin Nichols), enquanto Abbud pode ser um daqueles personagens que aparecem só para morrer. O próprio anúncio do casting, aliás, indica isso: a produção deixou claro que o ator escolhido para viver Dillon pode ter um contrato que dura mais de uma temporada.

A todo vapor

As filmagens da oitava temporada da série da AMC começaram nesta semana e estão a todo vapor. Em entrevista ao site americano Entertainment Weekly, o showrunner Scott Gimple disse que o novo ano da produção será diferente dos anteriores e aqueles episódios que contava uma história avulsa serão deixados de lado.

“As coisas vão andar e possivelmente não teremos mais aqueles mergulhos profundos nos personagens em episódios únicos. Vamos mostrando as peças a medida que a história avança”, disse o produtor.

A oitava temporada de “The Walking Dead” está prevista para ser lançada em outubro deste ano. O programa é exibido no Brasil pelo canal fechado Fox.

“A viagem” e outras produções com histórias e estruturas diferentes

“A Viagem” e “Vamp” são algumas das novelas com história inovadoras. Confira as novelas e minisséries que abusam da criatividade

Novelas, principalmente do horário nobre, normalmente são feitas para refletir a sociedade. Isso acaba engessando um pouco o modelo, e trazendo personagens parecidos de uma trama para outra: alguém do bem, ganancioso, apaixonado, etc. Outros horários, no entanto, conseguem ousar mais em sua história, e acabam tendo a oportunidade de criar mundos e enredos diferentes. É o caso de “Novo Mundo”, por exemplo, que mistura personagens históricos, como D. Pedro I, junto com figuras fictícias. Outros folhetins também investiram em tramas bem diferentes, como “A Viagem” e “Vamp”.

Relembramos as principais a seguir:

“A Viagem”

“A Viagem” mostrava o céu e o inferno, pela visão de um espírito

Foto: Divulgação/TV Globo

Baseado na filosofia espiritista de Allan Kardec, “A Viagem” tratou da vida após a morte, mostrando o céu e o inferno. A trama gira em torno do jovem Alexandre (Guilherme Fontes) que, depois de se matar, passa a infernizar a vida de quem ele culpa por seu trágico destino. Ele começa a se comunicar na terra com um médium que tenta o guiar para o bem. A história também mostra as dificuldades do casal Diná (Christiane Torloni) e Otávio (Antônio Fagundes) após a morte dele.

“Cordel Encantado”

“Cordel Encantado” foi original na fotografia e na maneira de contar a história

Foto: TV Globo

A produção encantadora da Rede Globo teve muito elementos inovadores, a começar pela fotografia. Baseada em literatura de cordel, a trama retrata o sertão com todas as suas cores e textura. O figurino e a trilha sonora também davam a novela características inovadoras. “Cordel Encantado” também utilizava figuras históricas como referência, a exemplo do cangaceiro Lampião, reimaginado como Coronel Herculano (Domingos Montagner).

“Meu Pedacinho de Chão”

'Meu Pedacinho de Chão' usou elementos lúdicos para contar sua história

‘Meu Pedacinho de Chão’ usou elementos lúdicos para contar sua história

Foto: Divulgação/Globo

A história de “Meu Pedacinho de Chão” poderia ser tradicional, a velha disputa entre adversário ideológicos, não fosse sua produção artística. Contada de maneira lúdica, a história traz figurinos e cenários divertidos e coloridos e alusões a fantasias como “O Sítio do Picapau Amarelo”. A protagonista Bruna Lizmayer tem o cabelo sor de rosa, enquanto Juliana Paes usava uma peruca no melhor estilo Maria Antonieta.

“Vamp”

Claudia Ohana interpretou a vampira Natasha em

Claudia Ohana interpretou a vampira Natasha em “Vamp”

Foto: Divulgação/TV Globo

“Vamp” misturava terror e comédia ao mostrar a vida do povo da cidade fictícia de Armação dos Anjos após a chegada de vampiros, como a cantora de rock Natasha (Claudia Ohana) e Vlad (Ney Latorraca). A divertida história contava ainda com Mrs. Penn Taylor, a caçadora de vampiros vivida por Vera Holtz.

Natasha vai a cidade a procura da Cruz de São Sebastião, única arma que pode derrotar Vlad. O herói da novela é o Capitão Jones, que em vidas passadas viveu um triângulo amoroso com a dupla de vampiros.

“Morde & Assopra”

“Morde & Assopra” misturou a modernidade dos robôs com os antigos dinossauros

Foto: TV Globo/Divulgação

“Morde & Assopra” mistura dois elementos adorados pela ficção científica, mas opostos: os jurássicos dinossauros, e os modernos robôs. A trama gira em torno de Júlia (Adriana Esteves), uma arqueóloga que viaja a pequena cidade de Preciosa atrás de ossos de dinossauros nunca antes encontrados. Ao mesmo tempo, o cientista Ícaro (Mateus Solano) tenta reconstruir sua falecida esposa Naomi (Flávia Alessandra) como robô.

“O Quinto dos Infernos”

Betty Lago interpretou a vilã histérica Carlota Joaquina em

Betty Lago interpretou a vilã histérica Carlota Joaquina em “O Quinto dos Infernos”

Foto: Divulgação/TV Globo

Assim como “Novo Mundo”, “Quinto dos Infernos” se baseia em fatos históricos, misturado com muita ficção. O tempo retratado também é o da família real portuguesa no Brasil. Carlota Joaquina (Betty Lago), inspirada em Maria Antonieta, é a grande vilã da história. Em meio a muita libertinagem e confusão, temos um retrato bem diferente dos livros de história.

A minissérie também trazia André Mattos como D. João VI e uma relação conturbada entre os irmãos Pedro (Marcos Pasquim) e Miguel (Caco Ciocler), já que o segundo é secretamente apaixonado pelo primeiro.

“Velho Chico”

Domingos Montagner e Camila Pitanga como os protagonistas de

Domingos Montagner e Camila Pitanga como os protagonistas de “Velho Chico”

Foto: Divulgação/TV Globo

A trama das 21h “Velho Chico” pode não ter agradado tanto o público, mas foi um sucesso de crítica. A novela, contada as margens do Rio São Francisco, tem nas águas um personagem, marcando o encontro e desencontro dos protagonistas. A fotografia de “Velho Chico”, assim como “Cordel Encantado”, destacava as belezas, e durezas do cenário.

“Liberdade, Liberdade”

Andréia Horta e Bruno Ferrari foram os protagonistas de

Andréia Horta e Bruno Ferrari foram os protagonistas de “Liberdade, Liberdade”

Foto: Globo/João Miguel Júnior

A novela das 23h “Liberdade, Liberdade” também contava com personagens históricos. A história gira em torno de Joaquina (Andreia Horta), filha de Tiradentes (Thiago Lacerda). Ela vive por ideias libertários parecidos aos do pai, em um período de ebulição nacional, que culmina na Independência do Brasil. Ela foi criada em Portugal, mas retorna ao país exatamente nesse período, e acaba se tornando um símbolo da luta contra a Coroa Portuguesa.

“Espelho Mágico”

“Espelho Mágico” retratou uma novela dentro de outra novela em 1977

Foto: Divulgação/TV Globo

A novela dentro da novela. Essa é a premissa de “Espelho Mágico”, que mistura ficção, com realidade, com ficção. A ideia é explorar os conflitos de atores, diretores, autores e jornalistas, onde muitas tramas podem refletir a realidade que os personagens estão passando. A novela traz o casal Tarcísio Meira e Glória Menezes, além, de Daniel Filho interpretando, veja, um diretor. “Espelho Mágico” mostra os bastidores das gravações de Coquetel de Amor, que acaba espelhando na TV os conflitos vividos por trás das câmeras.

“O Profeta”

Thiago Fragoso podia ver o futuro em

Thiago Fragoso podia ver o futuro em “O Profeta”

Foto: Divulgação/TV Globo

Outra produção voltada ao sobrenatural assim como “A Viagem”, “O Profeta” conta a história de Marcos (Thiago Fragoso), um jovem que consegue prever o futuro. A morte de um personagem, Camilo (Malvino Salvador) é o mistério principal, ao mesmo tempo que também retrata o sobrenatural, com Camilo tentando fazer a “passagem”.

Fátima Bernardes, ‘Tá no Ar’ e os melhores programas da TV aberta

Listamos os melhores programas da TV aberta brasileira. Tem espaço para humorísticos, jornalísticos, programas de auditório e mais; confira!

A televisão mantém uma programação constante. Exceto mudanças aqui e ali, em horários mais alternativos, pouco muda no que vemos na TV. A parte da manhã é mais dedicada a infantis, à tarde tomam conta os programas de fofoca e filmes, a noite o noticiário se mescla com a dramaturgia. Mas isso não significa que os programas não podem ser diferentes, ou de qualidade. Confira quais são, hoje, os melhores programas da TV aberta:

“Profissão Repórter”

Jornalístico está a quase 10 anos no ar, mostrando os bastidores das grandes reportagens

Jornalístico está a quase 10 anos no ar, mostrando os bastidores das grandes reportagens

Foto: Divulgação/TV Globo

Caco Barcellos é, sem dúvida, um dos maiores nomes do jornalismo atual. Responsável por grandes trabalhos de jornalismo investigativo, sendo o principal deles o livro “Rota 66”, Caco virou referência no assunto. Foi assim que, como um quadro no dominical “Fantástico”, começou o Profissão Repórter na TV aberta. A ideia do jornalístico era ir além da grande reportagem e mostrar os bastidores do jornalismo.

Quase dez anos depois, o programa continua relevante, mostrando temas que vão desde a migração do nordeste para São Paulo, passando pelos protestos que aconteceram no País nos últimos anos, até prostituição infantil.

“Encontro com Fátima Bernardes”

Fátima Bernardes promove debate sobre diversos temas que ainda são tabu no

Fátima Bernardes promove debate sobre diversos temas que ainda são tabu no “Encontro”

Foto: Reprodução

A jornalista Fátima Bernardes passou quase 15 anos à frente do “Jornal Nacional”. Depois disso, ela iniciou a carreira em um programa de variedades, estrelando o “Encontro”, onde leva atrações musicais nacionais, bem como artistas da emissora.

Fátima tem um público cativo de manhã e aproveita seu tempo no ar para discutir importantes assuntos que ainda são considerados tabu, como aborto e homossexualidade, entre outros. Com a presença de especialistas, a apresentadora permite um debate, não só entre os convidados, mas com o telespectador.

“Tá no Ar”

Humorístico

Humorístico “Ta no Ar” não perdoa nem os concorrentes, nem a própria emissora

Foto: Divulgação/Globo

O humorístico, também da Rede Globo, tem se destacado por suas esquetes que, além de divertir, tocam em várias feridas. O programa tem gerado muitos comentários nas redes sociais, aumentando seu alcance.

Comandado por Marcelo Adnet, que parece ter finalmente se encontrado na emissora, o “Tá no Ar” conta com um elenco e escritores de primeira linha, incluindo Marcius Melhem e Danton Mello. As piadas não perdoam nem mesmo a emissora, com quadros que tiram sarros de vários programas da casa como “Big Brother” e “Escolinha do Professor Raimundo”.

“Amor & Sexo”

“Amor e Sexo” melhora a cada ano, trazendo temas pertinentes para o debate

Foto: Reprodução/Globo

O programa comandado por Fernanda Lima já está no ar há oito anos, e parece só melhorar com o tempo. Com o objetivo de ampliar o debate sobre sexo e desmistificar o tema, “Amor & Sexo” também debateu vários tabus, como gostos sexuais peculiares, posições sexuais, sexo na terceira idade, entre outros.

A última temporada também teve muito destaque por ir além dos temas de sexo, e tratar de inclusão. Violência contra as mulheres, identidade de gênero e educação sexual foram alguns dos temas abordados. Os convidados que passaram pelo programa ao longo dos anos incluem José Loreto, Juliana Paes, Alexandre Nero, Glória Maria e o marido da apresentadora, Rodrigo Hilbert.

“Chaves”

“Chaves” se tornou um clássico e não sai da programação, mesmo sem novos episódios desde os anos 80

Foto: Divulgação

Sucesso desde sua estreia no Brasil, “Chaves” nunca deixou o programação do SBT, mesmo sem ter um episódio novo gravado desde 1980. Fenômeno no país, “Chaves” se tornou um clássico da cultura pop, angariando fãs a cada geração.

A história do menino órfão que vive num barril em uma vila conquistou e ainda conquista a todos. Com personagens tão inocentes quanto divertidos, a criação de Roberto Bolaños se estendeu ainda para o super-herói nada heroico “Chapolin Colorado”.

“Masterchef”

Os três chefes e a apresentadora Ana Paula Padrão estão a frente da competição culinária que faz sucesso nas redes

Os três chefes e a apresentadora Ana Paula Padrão estão a frente da competição culinária que faz sucesso nas redes

Foto: Divulgação/Band

Reality shows são presença constante na programação da TV aberta. Big Brother, Aprendiz, Troca de Família são alguns exemplos que que circularam e circulam ao longo dos anos. Porém, um que tem chamado muita atenção desde sua estreia é o “Masterchef”, da Band.

Apresentado por Ana Paula Padrão, o programa tem os como protagonistas os jurados Paola Carosella, Érick Jacquin e Henrique Fogaça, com personalidades fortes e sem papas nas línguas. O formato culinário é menos tradicional e acaba suprindo a grande leva de estrangeiros que enchem a TV paga. Com edições infantis e profissionais, o programa não sai da grade de programação da emissora, e já é um dos favoritos de público e da internet.

“Programa do Porchat”

Fábio Porchat tem talk-show na Record que acerta no texto e nas piadas

Fábio Porchat tem talk-show na Record que acerta no texto e nas piadas

Foto: Reprodução/Facebook

Outro modelo americano que tem se popularizado é o de talk-shows. Se Jô Soares reinava absoluto nessa área, hoje ele tem uma série de sucessores, como o “The Noite” do Danilo Gentili e o Adnight, de Marcelo Adnet. Chegando mais recentemente no formato está Fábio Porchat, que estreou na Record em 2016.

Com afinidade para a comédia, respostas rápida e afiada e bom roteiro, Porchat caiu nas graças dos espectadores. As esquetes também são bem pensadas e conseguem suprir a falta de grandes estrelas globais, que dificilmente conseguem comparecer a emissora concorrente.

“Cocoricó”

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Infantil da TV Cultura sabe se renovar e se mantém atual, 20 anos após estreia

Foto: Divulgação/TV Cultura

A TV aberta tem um público muito vasto, alcançando da primeira a terceira idade. Sendo assim, não é possível deixar de fora um infantil e, entre tantos desenhos animados exibidos pelas emissoras, a produção nacional “Cocoricó” se destaca.

Apesar de manter o aspecto dos fantoches nos personagens desde o começo, o infantil soube se renovar desde sua estreia em 1996. Com a temática do campo, a história é protagonizada por Júlio e seus amigos, entre eles um cavalo, uma vaca e duas galinhas. Uma das principais sacadas do programa nos últimos anos, foi aliar o programa ao mundo digital. “Cocoricó” conta com um aplicativo que promove a interação das crianças para além do que se passa na TV. Outro destaque da atração é a trilha sonora, que se utiliza de ritmos brasileiros para educar e instruir as crianças.

“Máquina da Fama”

Apresentado por Patricia Abravanel,

Apresentado por Patricia Abravanel, “Máquina da Fama” teve formato sopiado pela Globo

Foto: Amanda Bozza/iG

Apresentado por Patrícia Abravanel, o “Máquina da Fama” tem uma premissa simples: convidar os famosos para interpretar outros famosos. Porém, o divertido fica por conta da grande caracterização, ensaios, danças e cenário.

Os participantes são julgados e recebem notas, levando um prêmio em dinheiro de acordo com a sua colocação. O formato deu tão certo que, recentemente, a Globo adaptou-o para o quadro “Show dos Famosos” no “Domingão do Faustão”.

“Bom Dia Brasil”

Ana Paula Araújo e Chico Pinheiro à frente do 'Bom Dia Brasil'

Ana Paula Araújo e Chico Pinheiro à frente do ‘Bom Dia Brasil’

Foto: Divulgação

Acordar cedo de manhã e enfrentar o transporte público para chegar ao trabalho não é tarefa fácil. Fazer isso enquanto encaramos as difíceis notícias do dia a dia, é mais complicado ainda, mas tem que ser feito. Por isso, é bom contar com um noticiário mais leve, e essa é a proposta do “Bom Dia Brasil”, no ar na TV aberta desde 1983. Hoje comandado por Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo, o matinal dá mais espaço para comentaristas e análises dos últimos acontecimentos.

Christiane Torloni se envolve em confusão em restaurante paulistano

A atriz Christiane Torloni se irritou com o barulho de uma das mesas no restaurante Le Vin, em São Paulo, e ameaçou chamar a polícia

A atriz Christiane Torloni se envolveu em uma grande confusão no restaurante Le Vin, localizado no bairro dos Jardins, na capital de São Paulo. De acordo com as informações da coluna Mônica Bergamo, publicada na edição do jornal Folha de São Paulo desta quarta-feira (26), a atriz, que jantava no local, se irritou com um grupo que começou a gritar e falar palavrões em uma das mesas.

Christiane Torloni se envolveu em confusão em um restaurante nos Jardins (SP) e ameaçou chamar a polícia

Christiane Torloni se envolveu em confusão em um restaurante nos Jardins (SP) e ameaçou chamar a polícia

Foto: Divulgação

Christiane Torloni chegou a reclamar com a gerência, mas, segundo a colunista, o gerente afirmou que não poderia fazer nada, visto que, assim como a atriz, eles eram clientes da casa. Enfurecida, a atriz ameaçou chamar a polícia, já com o telefone na mão.

Foi só nesse momento que uma acompanhante do grupo barulhento veio até a mesa de Christiane explicar que seu companheiro tomava remédios e havia bebido, por isso estava fazendo tanto barulho. Para o jornal, o restaurante Le Vin afirmou que lamenta o ocorrido e que o “gerente tomou as medidas cabíveis ao identificar o desentendimento”.

Outras polêmicas da atriz

Essa não é a primeira vez que a atriz se envolve em polêmicas e vai parar na mídia. Em 2015, a atriz se envolveu em uma briga com comissários de bordo, ao surtar em um voo por não querer seguir as normas de segurança dentro do avião, dizendo que não iria guardar a bolsa no bagageiro.

Além disso, ela já foi acusada de racismo por uma figurinista negra da Rede Globo. De acordo com a Fátima, a figurinista, a atriz a teria tratado de forma discriminatória. Christiane, no entanto, nega a acusão, e a Rede Globo nunca se manifestou sobre o ocorrido.

Christiane Torloni também deu o que falar em sua polêmica entrevista durante o Rock in Rio, quando preferiu a famosa frase “Hoje é dia de rock, bebê!”.

Morre Jonathan Demme, diretor de ‘O Silêncio dos Inocentes’, aos 73 anos

Cineasta vencedor do Oscar de melhor diretor morreu nesta quarta-feira (26), em Nova York, vítima de um câncer no esôfago

O cineasta Jonathan Demme, vencedor do Oscar de melhor diretor por “O Silêncio dos Inocentes”, morreu na manhã desta quarta-feira (26), aos 73 anos. A informação foi confirmada pelo site americano IndieWire.

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Jonathan Demme, diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, morreu nesta quarta-feira (26), aos 73 anos

Foto: Divulgação

De acordo com uma fonte do site, ele foi vítima de um câncer no esôfago e complicações de uma doença cardíaca. Jonathan Demme foi tratado em 2010, mas a doença no coração voltou em 2015 e sua condição piorou nas últimas semanas.

O americano nasceu no estado de Nova York em 1944 e se formou em Miami, na Flórida. Ele começou a trabalhar com cinema nos anos 1970, quando escreveu e produziu o filme “Angels Hard as They Come”, em 1971. O primeiro longa que ele dirigiu foi “Caged Heat”, em 1974.

Na ativa desde os anos 1970, Demme alcançou o sucesso só na década de 1980, quando dirigiu filmes como “Armas e Amores”, em 1984, e “Totalmente Selvagem”, em 1986. O segundo recebeu três indicações ao Globo de Ouro.

Consagração

Na década de 1990, o cineasta trabalhou nos longas que marcaram sua carreira para sempre. Em 1991, ele dirigiu “O Silêncio dos Inocentes”, filme estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster. O longa ganhou cinco Oscars em 1992, incluindo de melhor filme e melhor diretor, além de um Globo de Ouro. O trabalho ainda rendeu um Urso de Ouro ao cineasta no Festival de Berlim.

Em 1993, Demme trabalhou em “Filadélfia”, com Tom Hanks e Denzel Washington. O filme ganhou dois Oscars e dois Globos de Ouro, além de um Urso de Prata no Festival de Berlim.

O último filme dirigido por Jonathan Demme foi “Ricki and the Flash – De Volta Para Casa”, lançado em 2015. Ele ainda assinou o documentário “Justin Timberlake + The Tennessee Kids”, lançado em 2016 na Netflix, que acompanhou o último show da turnê mais recente do cantor. Fontes próximas ao cineasta afirmaram que ele estava trabalhando em um novo projeto.

Documentário sobre Maria Martins a destaca entre os maiores artistas brasileiros

A escultora Maria Martins tem sua trajetória contada em “Maria: Não Se Esqueça Que eu Venho dos Trópicos”, destaque do festival É Tudo Verdade

“A leitura feminista do século XX trouxe para o primeiro plano artistas que eram consideradas marginais por que não faziam parte da história patriarcal”. A frase é de Carolyn Christov-Bakargiev, historiadora, escritora e curadora americana, dita em cena do documentário “Maria: Não Se Esqueça Que eu Venho dos Trópicos”. Ela utiliza essa frase para explicar o contexto no qual Maria Martins estava inserida.

Um dos maiores expoentes da escultura da primeira metade do século, Maria foi de tudo um pouco, mas seu reconhecimento, principalmente no Brasil, demorou a chegar. Morta em 1973, Martins ganha seu primeiro documentário, dirigido por de Francisco C. Martins e em exibição no Festival “É Tudo Verdade”.

Maria Martins entre suas obras. Carreira da artista é retratada em documentário exibido no Festival

Maria Martins entre suas obras. Carreira da artista é retratada em documentário exibido no Festival “É Tudo Verdade”

Foto: Divulgação

Uma pesquisa rápida na internet comprova que o mundo cibernético pouco sabe sobre Maria. E que pena. O documentário vem em boa hora, quando mulheres buscam, mais do que nunca, exemplos femininos em que se inspirar. E Maria Martins é inspiradora.

O filme mostra sua infância em berço de ouro, mas logo se dedica ao primeiro grande “escândalo” de sua vida: o desquite do então marido Otávio Tarquínio de Sousa e subsequente casamento com o embaixador Carlos Martins. A vida de embaixatriz levou Maria para muitos lugares no mundo, mas também a aprisionou em um mundo que não a pertencia. Foi assim, tentando escapar da missão de “boa embaixatriz”, que, vivendo na Bélgica, Maria começou a ter aulas de escultura. Seu trabalho começou a dar frutos, mas foi quando se mudou com o marido para os Estados Unidos que sua carreira mudou de vez.

A vida de Maria é fascinante, e o documentário faz questão de mostrar isso. Contato com Carmen Miranda, pedidos de JK para Brasília, visita a Frida Kahlo, amizade com Picasso e relação com políticos americanos, tudo isso é mostrado no longa. Mas o que impressiona mesmo, além do talento de Maria, é claro, é a liberdade com que ela circulava pelo meio artístico, em um período em que ser uma mulher independente era algo raro.

Maria explorava e expunha a sexualidade em suas obras, e não demorou muito atraiu muitos artistas para o seu meio. O mais marcante deles foi o francês Marcel Duchamp, com quem manteve uma colaboração que ultrapassou as barreiras artísticas. O longa destaca, sem sensacionalismo, a provável relação entre os dois e o impacto que Maria teve na obra de Duchamp.

Reconhecimento

O documentário usa de artimanhas artísticas para dar o tom, como a trilha orquestrada para acompanhar a exibição de suas obras, além de encenar algumas de suas cartas e conversas com Duchamp, Clarice Lispector e artigos escritos para o jornal “Correio da Manhã”. Além disso, a atriz Malu Mader, que inicialmente dirigiria a obra, aparece em entrevista e revisitando suas obras em museus do mundo todo. Mas, esse recursos acabem sendo o ponto mais fraco do longa que, munido de um extenso acervo, entre fotos, imagens das obras, cartas e depoimentos da família, já consegue satisfazer a curiosidade por quem é Maria Martins.

Uma das obras mais famosas de Maria Martins%2C

Uma das obras mais famosas de Maria Martins%2C “O Impossível”

Foto: Divulgação

Ainda assim, esses momentos não estragam o documentário que, embora convencional na maneira linear e explicativa que retrata Maria Martins, também a engrandece e a destaca pelo que é: uma das maiores artistas brasileiras, e uma das maiores artistas surrealistas do mundo.

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