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Morre Jonathan Demme, diretor de ‘O Silêncio dos Inocentes’, aos 73 anos

Cineasta vencedor do Oscar de melhor diretor morreu nesta quarta-feira (26), em Nova York, vítima de um câncer no esôfago

O cineasta Jonathan Demme, vencedor do Oscar de melhor diretor por “O Silêncio dos Inocentes”, morreu na manhã desta quarta-feira (26), aos 73 anos. A informação foi confirmada pelo site americano IndieWire.

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Jonathan Demme, diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, morreu nesta quarta-feira (26), aos 73 anos

Foto: Divulgação

De acordo com uma fonte do site, ele foi vítima de um câncer no esôfago e complicações de uma doença cardíaca. Jonathan Demme foi tratado em 2010, mas a doença no coração voltou em 2015 e sua condição piorou nas últimas semanas.

O americano nasceu no estado de Nova York em 1944 e se formou em Miami, na Flórida. Ele começou a trabalhar com cinema nos anos 1970, quando escreveu e produziu o filme “Angels Hard as They Come”, em 1971. O primeiro longa que ele dirigiu foi “Caged Heat”, em 1974.

Na ativa desde os anos 1970, Demme alcançou o sucesso só na década de 1980, quando dirigiu filmes como “Armas e Amores”, em 1984, e “Totalmente Selvagem”, em 1986. O segundo recebeu três indicações ao Globo de Ouro.

Consagração

Na década de 1990, o cineasta trabalhou nos longas que marcaram sua carreira para sempre. Em 1991, ele dirigiu “O Silêncio dos Inocentes”, filme estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster. O longa ganhou cinco Oscars em 1992, incluindo de melhor filme e melhor diretor, além de um Globo de Ouro. O trabalho ainda rendeu um Urso de Ouro ao cineasta no Festival de Berlim.

Em 1993, Demme trabalhou em “Filadélfia”, com Tom Hanks e Denzel Washington. O filme ganhou dois Oscars e dois Globos de Ouro, além de um Urso de Prata no Festival de Berlim.

O último filme dirigido por Jonathan Demme foi “Ricki and the Flash – De Volta Para Casa”, lançado em 2015. Ele ainda assinou o documentário “Justin Timberlake + The Tennessee Kids”, lançado em 2016 na Netflix, que acompanhou o último show da turnê mais recente do cantor. Fontes próximas ao cineasta afirmaram que ele estava trabalhando em um novo projeto.

Documentário sobre Maria Martins a destaca entre os maiores artistas brasileiros

A escultora Maria Martins tem sua trajetória contada em “Maria: Não Se Esqueça Que eu Venho dos Trópicos”, destaque do festival É Tudo Verdade

“A leitura feminista do século XX trouxe para o primeiro plano artistas que eram consideradas marginais por que não faziam parte da história patriarcal”. A frase é de Carolyn Christov-Bakargiev, historiadora, escritora e curadora americana, dita em cena do documentário “Maria: Não Se Esqueça Que eu Venho dos Trópicos”. Ela utiliza essa frase para explicar o contexto no qual Maria Martins estava inserida.

Um dos maiores expoentes da escultura da primeira metade do século, Maria foi de tudo um pouco, mas seu reconhecimento, principalmente no Brasil, demorou a chegar. Morta em 1973, Martins ganha seu primeiro documentário, dirigido por de Francisco C. Martins e em exibição no Festival “É Tudo Verdade”.

Maria Martins entre suas obras. Carreira da artista é retratada em documentário exibido no Festival

Maria Martins entre suas obras. Carreira da artista é retratada em documentário exibido no Festival “É Tudo Verdade”

Foto: Divulgação

Uma pesquisa rápida na internet comprova que o mundo cibernético pouco sabe sobre Maria. E que pena. O documentário vem em boa hora, quando mulheres buscam, mais do que nunca, exemplos femininos em que se inspirar. E Maria Martins é inspiradora.

O filme mostra sua infância em berço de ouro, mas logo se dedica ao primeiro grande “escândalo” de sua vida: o desquite do então marido Otávio Tarquínio de Sousa e subsequente casamento com o embaixador Carlos Martins. A vida de embaixatriz levou Maria para muitos lugares no mundo, mas também a aprisionou em um mundo que não a pertencia. Foi assim, tentando escapar da missão de “boa embaixatriz”, que, vivendo na Bélgica, Maria começou a ter aulas de escultura. Seu trabalho começou a dar frutos, mas foi quando se mudou com o marido para os Estados Unidos que sua carreira mudou de vez.

A vida de Maria é fascinante, e o documentário faz questão de mostrar isso. Contato com Carmen Miranda, pedidos de JK para Brasília, visita a Frida Kahlo, amizade com Picasso e relação com políticos americanos, tudo isso é mostrado no longa. Mas o que impressiona mesmo, além do talento de Maria, é claro, é a liberdade com que ela circulava pelo meio artístico, em um período em que ser uma mulher independente era algo raro.

Maria explorava e expunha a sexualidade em suas obras, e não demorou muito atraiu muitos artistas para o seu meio. O mais marcante deles foi o francês Marcel Duchamp, com quem manteve uma colaboração que ultrapassou as barreiras artísticas. O longa destaca, sem sensacionalismo, a provável relação entre os dois e o impacto que Maria teve na obra de Duchamp.

Reconhecimento

O documentário usa de artimanhas artísticas para dar o tom, como a trilha orquestrada para acompanhar a exibição de suas obras, além de encenar algumas de suas cartas e conversas com Duchamp, Clarice Lispector e artigos escritos para o jornal “Correio da Manhã”. Além disso, a atriz Malu Mader, que inicialmente dirigiria a obra, aparece em entrevista e revisitando suas obras em museus do mundo todo. Mas, esse recursos acabem sendo o ponto mais fraco do longa que, munido de um extenso acervo, entre fotos, imagens das obras, cartas e depoimentos da família, já consegue satisfazer a curiosidade por quem é Maria Martins.

Uma das obras mais famosas de Maria Martins%2C

Uma das obras mais famosas de Maria Martins%2C “O Impossível”

Foto: Divulgação

Ainda assim, esses momentos não estragam o documentário que, embora convencional na maneira linear e explicativa que retrata Maria Martins, também a engrandece e a destaca pelo que é: uma das maiores artistas brasileiras, e uma das maiores artistas surrealistas do mundo.

A trilogia ‘Angus’ conta a história de um herói com princípios

A trilogia medieval “Angus” está sendo relançada pela editora Novo Conceito, e traz o final épico da história do valoroso cavaleiro medieval Angus MacLachlan, em uma mescla de romance ficcional com fatos históricos da idade média. Falamos com Orlando Paes Filho, autor da série, para entender como funciona essa miscelânia entre ficção e realidade.

Angus

Angus

Foto: Divulgação

Orlando já atuou como representante da Marvel no Brasil, e afirma que a experiência foi bastante interessante, contudo, afirma que o mercado brasileiro ainda tem muito a melhorar, pois apesar de ser o segundo maior consumidor de quadrinhos, é o país em que os HQs custam mais caro e, por isso, tem menos variedade. Ele trouxe um pouco dessa experiência para a formatação da trilogia “Angus“.

Graças ao conhecimento adquirido através da Marvel, Orlando aprendeu a desenvolver o que chama de modelo de manual de marca de personagem da trilogia. Ele ainda explicou que trata-se de um livro completo com mais de mil ilustrações com poses e acessórios para que o personagem possa ser explorado comercialmente de diversas formas.

Não é o Thor

Além disso, ele também ressalta que, apesar de ser um herói nórdico, Angus não tem qualquer relação com Thor, personagem da Marvel. “O meu personagem é um cavaleiro cristão, os nórdicos são pagãos e são inimigos dos católicos. Os pagãos tinham por regra matar crianças e escravizar mulheres, coisas que os católicos abominam. Por isso, o paganismo não sobreviveu nem por cem anos. Já o cristianismo perdurou por mais de três mil anos”, esclareceu.

Quanto à questão da mescla entre história e ficção, ele garantiu que a trilogia está muito bem fundamentada quanto a isso, visto que o autor se dedica aos estudos desse importante período histórico há 40 anos, na Biblioteca do Mosteiro de São Bento, que conta com mais de 200 mil documentos históricos, que agem como fonte primária para os acontecimentos históricos relatados no livro.

Além disso, ele próprio tem seu acervo particular, que conta com cerca de 3 mil obras, entre elas, uma enciclopédia medieval britânica da Oxford, diversos livros de historiadores franceses, toda a obra de Santo Agostinho e São Tomas de Aquino, além de muito material sobre as cruzadas e livros sobre Constantinopla, que também aparece na trilogia. Há ainda nomes de peso como Carlos Magno e Alexandre, o Grande, que fundaram nações e não poderiam deixar de influenciar a história da trilogia.

Fascínio pela Idade Média

Autor rejeita a comparação de seu herói nórdico com Thor

Orlando contou que é apaixonado pela Idade Média e pelos cavaleiros daquela época, que agiam de acordo com seus princípios, passados de geração em geração, e isso resulta em uma grande crítica social, que interpela pela retomada da moral cristã.

“O ser humano é capaz de grandes realizações e de grande nobreza de caráter, isso tudo está documentado principalmente na Idade Média. Isso se perdeu, naquela época, o homem era teocrático, com Deusem primeiro lugar, garantindo o equilíbrio entre habilidade e ação. Quando o homem moderno abandona deus para tomar a frente de suas ideias particulares, ele inverte o processo e não tem noção da sua missão, da complexidade da criação e não tem ciência da relação correta de valores dentro da criação. Dessa forma, ele quer substituir Deus sem ter conhecimento, sem ter poder, e fica subjugado do trabalho, do dinheiro e da ciência, sendo que estes são feitos para servir ao homem. Por isso, temos violência gratuita, desprezo pela vida humana e muita corrupção”, explicou.

Universo nerd: será mesmo?

Apesar de ser vendido como um autor do universo nerd e geek, Orlando não gosta da denominação. Para ele, o termo nerd é extremamente pejorativo e busca manchar a imagem de quem se empenha nos estudos. “Pessoas que gostam de ler, de estudar, eu chamo esses jovens de pessoas que aderiram à alimentar sua inteligência, alimentar seus conhecimentos. Pessoas batalhadoras, esforçadas, não ganham de presente suas conquistas nos estudos”, explicou.

Ele vai além e faz uma crítica à sociedade atual. “Nerd é um termo pejorativo que a classe executiva inventou porque é uma categoria lavadora de cérebros, porque todo mundo tem que ser um vendedor no mais baixo nível, fazer MBA, falar inglês e vender alguma porcaria. Todo o resto que escapa disso é nerd, louco, bicho grilo, rockeiro, porque os executivos que são muito inseguros. Maestro é nerd. Cientista é nerd. Doutor em literatura é nerd. Qualquer um que não seja um vendedor de pneus é chamado de nerd”, divagou.

Além disso, ele também acredita que a construção social em torno do arquétipo do nerd foi uma estruturação feita pelo Tavistock Institute, localizado em Londres, que estuda os fenômenos da engenharia social e o modo como ela pode afetar as relações humanas em todos os níveis. Na visão do autor, isso criou uma busca pela desmotivação da leitura, da ciência e da curiosidade, fazendo com que todos se prendam à uma estrutura engessada, que não apresenta chances de crescimento para os indivíduos.

Relançamento

O relançamento da saga do cavaleiro mediavel – que antes contava com sete livros – se deve ao fato de que ela nunca chegou ao fim nas publicações originais. Com a trilogia “Angus”, o objetivo do autor é contar o final dessa história, que começou a se desenrolar nos anos 2000. O primeiro volume, “Angus – o primeiro guerreiro” segue similar ao começo da saga. Os dois livros seguintes, porém, são exclusivamente compostos por material inédito.

Além disso, ele também explicou porque preferiu adotar o formato de trilogia “Angus”. “Lançar sete livros no Brasil é muito demorado, os leitores mudam de faixa etária, e as editoras não gostam de temas medievais. Sendo assim, lançar uma trilogia é mais fácil para o leitor e para a editora sustentar”, finalizou.

O livro

Lançado pela editora Novo Conceito, sob o selo Novas Páginas, “Angus – o primeiro guerreiro” conta com 368 páginas e está disponível nas principais livrarias do país. O preço sugerido é de R$ 39,90.

Neil Gaiman vai além do universo dos super-heróis em ‘Mitologia Nórdica’

Neil Gaiman procurou ser fiel as lendas originais em “Mitologia Nórdica”, mas derrapa por errar em questões técnicas da narrativa que comprometem livro

Se seu conhecimento sobre as lendas e deuses nórdicos veio das histórias dos heróis da Marvel saiba que você não é o único – o próprio Neil Gaiman na introdução de “Mitologia Nórdica” confessa que seu interesse por esse universo começou com os quadrinhos escritos por Jack Kirby. Assim, com uma ampla pesquisa sobre as raízes dessas lendas, Gaiman consegue, em pouco menos de 300 páginas, atualizar essas narrativas centenárias para um ritmo atual e de fácil compreensão.

''Mitologia Nórdica''%2C de Neil Gaiman%2C reconta as lendas de deuses e heróis nórdicos de forma atual em contos curtos

”Mitologia Nórdica”, de Neil Gaiman, reconta as lendas de deuses e heróis nórdicos de forma atual em contos curtos

Foto: Divulgação

Mitologia Nórdica” reúne vários contos que vão do começo ao fim – Neil Gaiman cobre desde a criação do universo até o final de tudo, o Ragnarök, equivalente ao apocalipse onde, em uma batalha épica entre os deuses, a história chega ao seu fim. Focado em Thor e Loki, principalmente, “Mitologia Nórdica” abre as portas de um mundo cheio de lutas, aventuras e, sobretudo, as trapaças armadas por Loki. Feito para iniciantes no tema, Gaiman acertou ao contar, do seu modo, até mesmo as coisas mais simples: qual origem do martelo de Thor, o Mjölnir? Quem são os gigantes inimigos dos deuses de Aesir? Por que os outros deuses se voltam contra Loki? Mesmo que os contos do livro estabeleçam uma relação de continuidade, são autossuficientes e completos em si mesmos.

Em “Mitologia Nórdica” o autor assumiu uma postura quase didática: sendo ele mesmo um entusiasta dessas lendas, Neil Gaiman se propõe a “cavar” o máximo que pôde para se aproximar, na medida do possível, das histórias originais e a partir delas criar versões mais atuais. Manter-se fiel às lendas nórdicas e à sua pesquisa foi, sem dúvida, um dos maiores acertos do autor ao tratar de um assunto tão complexo. O glossário no final do livro com nomes e termos recorrentes nas jornadas dos personagens é de grande ajuda, principalmente para leitores brasileiros que não tem nenhuma familiaridade com o tema.

Estilo pedestre

Neil Gaiman atualiza lendas em

Apesar de ser um bom livro, “Mitologia Nórdica” está longe de ser uma obra prima do autor. Gaiman é um ótimo contador de histórias, isso é indiscutível, porém peca em questões mais maduras na hora de se trabalhar com um livro: se você espera encontrar grandes proezas narrativas vai se decepcionar com a simplicidade da obra que chega a ser quase pobre – para quem gosta de se desafiar com um livro, então, o estilo narrativo pedestre é um grande problema. “Mitologia Nórdica” é um trabalho de entretenimento, uma leitura muito rápida e agradável, mas não consegue ir além desse aspecto e não consegue ultrapassar os limites para ser um trabalho mais primoroso como literatura.

Os diálogos entre os personagens são excessivos e quase redundantes, fazendo com que, em determinada altura, fique cansativo continuar lendo. Na tentativa de fazer algo de fácil compreensão, faltou sensibilidade estilística e técnicas expositivas mais maduras para expor as histórias. Muitas das conversas entre os deuses, gigante e criaturas são dispensáveis ou se resolveriam em poucas linhas caso Gaiman optasse, por exemplo, em estruturar os fatos de forma mais densa e com maior riqueza de informações. No capitulo “O Hidromel da Poesia”, quando Odin conversa com um gigante, fica claro que o uso indiscriminado do discurso livre é prejudicial para o curso da história. O autor precisa abandonar as fórmulas dos quadrinhos, nesse sentido, para poder agregar mais em seus contos.

Apesar desses descompassos que, para um leitor mais experiente, afetam consideravelmente a qualidade final do livro, “Mitologia Nórdica” é uma boa introdução para um tema tão vasto quanto as lendas que traduzem a origem cultural de um povo, mas não pode ser considerado como um grande trabalho literário. Neil Gaiman acertou nas histórias e consegue instigar a curiosidade do leitor para avançar nesse território além do clássico Thor da Marvel.

Tropa de elite da PF, COT vai ganhar filme de ficção

PF também será foco de outro filme, sobre a Lava Jato

Em evidência por conta do combate à corrupção, Polícia Federal será abordada nas telonas

Em evidência por conta do combate à corrupção, Polícia Federal será abordada nas telonas

Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo – 9.5.16

O COT – Comando de Operações Táticas, a ‘SWAT brasileira’ e discreta tropa de elite da Polícia Federal, vai ganhar filme de ficção.

A produtora Kickante já faz filmagens e convida interessados para figurinistas. A tropa combate o crime organizado e nunca teve uma baixa em 23 anos.

A PF já está no foco de outro filme sobre a história e bastidores da Operação Lava Jato, em avançada produção.

DVD e Blu-Ray de ‘Moana’ chegam às lojas com muito conteúdo especial

Sucesso absoluto nos cinemas de todo o mundo, “Moana” chega agora em DVD e Blu-Ray no Brasil recheado de conteúdo exclusivo que não foi exibido nas telonas.

Além da primorosa animação que conta a história da jovem aventureira Moana, o DVD terá cenas inéditas dos bastidores da produção do filme e bate-papos com os diretores Ron Clementes e John Musker, os mesmos responsáveis por clássicos como “A Pequena Sereia”, “Aladdin” e “Hércules”, sobre suas escolhas na hora de tirar a ideia dessa princesa do papel.

DVD de ''Moana'' traz cenas inéditas dos basditores do filme%3B veja conversa com o elenco com exclusividade

DVD de ”Moana” traz cenas inéditas dos bastidores do filme.

Foto: Divulgação

Making Of

O DVD e o Blu-Ray de “Moana” terá diversos conteúdos inéditos que, para aqueles que se apaixonaram pelas façanhas da mais nova princesa da Disney, são um prato cheio: os diretores Ron Clements e John Musker – que desde o começo mergulharam na cultura nas ilhas do pacífico para fazer uma história que fosse fiel à seu povo – conversam sobre como foi trabalhar com a estreante Auli’i Cravalho e com o veterano Dwayne “The Rock” Johnson, mini-documentários sobre a produção de filme, curtas com histórias pequenas relacionadas aos personagens e, para finalizar, o DVD ainda terá a animação “Trabalho Interno”, assinada pelo animador brasileiro Leo Matsuda.

Moana” conta a história de uma menina que deveria suceder seu pai na tribo em que vivem, mas foi a escolhida pelos deuses para embarcar em uma jornada que transformaria sua vida dali por diante. No caminho ela encontra o deus Maui, que será seu companheiro nessa aventura pelos ocenas do pacífico. A animação conquistou duas indicações no Oscar e, mundialmente, faturou mais de 637 milhões de dólares.

Trailer: ‘Faces de uma Mulher’ traz 1 mulher em 4

Quatro atrizes de idades distintas protagonizam o longa francês Faces de uma Mulher, que chega ao Brasil em 11 de maio. No primeiro trailer da produção os personagens parecem a princípio não ter nada em comum, mas ao longo do vídeo é possível perceber que elas são, na verdade, as diversas face de uma mesma pessoa.

A produção é estrelada por Adèle Haenel como Renée, uma mulher estabelecida, mas perseguida pelo passado; Adèle Exarchopoulos, como Sandra, uma jovem que parece colecionar desastres; Solène Rigot, como Karine, adolescente que passa por sucessões de fugas, homens e percalços, na tentativa de se livrar da sua família, e a pequena Vega Cuzytek, no papel de Kiki, uma criança prestes a passar por um trauma.

O elenco também conta com Gemma Arterton, de João e Maria: Caçadores de Bruxas, e 007 – Quantum of Solace.

Faces de Uma Mulher é dirigido por Arnaud des Pallières. Confira abaixo trailer inédito:

“Star Wars: Os Últimos Jedi” mostra mais de Luke Skywalker

“Star Wars: Os Últimos Jedi” ganhou seu primeiro trailer e pôster, que dão uma pequena indicação do que está por vir

A espera, pelo menos pelo primeiro teaser de “Star Wars: The Last Jedi”, acabou. Durante a convenção de Star Wars que acontece anualmente nos Estados Unidos, foram apresentadas nessa sexta-feira (14) as primeiras imagens do episódio VIII da saga.

Primeiro pôster de Star Wars%3A Os Últimos Jedi destaca Luke Skywalker e Rey

Primeiro pôster de Star Wars: Os Últimos Jedi destaca Luke Skywalker e Rey

Foto: Divulgação

Antes de mostrar as imagens, o diretor Rian Johnson, a produtora Kathleen Kennedy e os atores John Boyega, Mark Hamill, Kelly Marie Tran e Daisy Ridley falaram com o público presente na convenção. Daisy, por sinal, é o maior destaque do teaser. Nas imagens, vemos Rey (Ridley) tentando conhecer mais sobre a força, enquanto é, possivelmente, treinada por Luke Skywalker, com quem se encontra ao final de “Star Wars: o Despertar da Força”.

O vídeo não entrega muito, e vemos o personagem de Boyega, Finn, ainda desacordado por conta dos ferimentos que sofreu ao final do episódio VII. Poe (Oscar Isaac), Kylo Ren (Adam Driver) e o dróide BB8 também estão de volta.

Convenção

Durante o painel de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, Rian Johnson, que também escreveu o roteiro, deu algumas dicas do que está por vir. Ele comenta que a Primeira Ordem pretende atacar com tudo, e podemos ver um pouco do embate no trailer.

Ridley manteve o mistério sobre as origens de Rey, não confirmando nenhuma teoria dos fãs, que incluem que ela é filha de Skywalker, ou de Obi-Wan Kenobi. Ela, porém, falou que os fãs podem descobrir que a história dela não é bem o que imaginavam. Já Hamill, conhecido de eventos ligados ao mundo Star Wars, brincou dizendo que Rey era sua filha.

Por fim, o painel apresentou uma nova personagem, Rose, interpretada por Kelly Marie Tran. O diretor, entusiasmado em introduzi-la, contou que Rose trabalha para a resistência e que ela é “muito radical”. Outra dica dada pelo diretor é que ela vai sair em uma aventura com Finn, sem detalhar qual será o rumo dos dois.

Boyega, aliás, falou um pouco sobre o que podemos esperar de Finn. Empolgado por estar de volta no universo Star Wars, depois de quase dois anos do lançamento de “O Despertar da Força”, John afirmou que Finn não está para brincadeira no episódio VIII, mas que ele continuará sua busca por entender seu lugar no mundo, decidindo entre seguir fugindo da Primeira Ordem, ou lutar com a resistência.

‘Homem Aranha’, ‘Alien’ e os filmes imperdíveis nos cinemas nos próximos meses

Aos amantes das poltronas fofas que ficam de frente para as telonas, a lista é pra lá de útil. Veja o que o verão americano reserva para o cinema em 2017!

Para os cinéfilos, não é novidade que o verão americano sempre reserva uma porção de lançamentos que prometem marcar a indústria de filmes, como já bem comum dentro da lógica de produção do segmento hollywoodiano de entretenimento no que diz respeito a cinema. Com base nesse clima de expectativa que já é bem comum para os amantes de uma boa pipoca e uma poltrona confortável, alguns desses títulos originais dos Estados Unidos da América que estão por vir em 2017. Confira abaixo:

“A Autópsia”, de André Øvredal

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Nesse thriller psicológico “A Autópsia”, Tommy (Brian Cox) e Austin Tilden (Emile Hirsch), pai e filho, comandam o necrotério de uma cidade do interior dos EUA que deixa de funcionar tranquilamente quando uma mulher desconhecida aparece morta nos arredores, fato que inicia vários acontecimentos sobrenaturais. A estreia do longa nos cinemas dos EUA será no dia 2 de maio.

“Guardiões da Galáxia Vol. 2”, de James Gunn

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Nessa sequência de Guardiões da Galáxia, que estreia nos Estados Unidos da América no dia 5 do mês de maio, os guerreiros viajam pelo cosmos lutando para manter intacta a união da nova família e tentando desvendar os mistérios que envolvem a real paternidade de Peter Quill, vivido pelo ator Chris Pratt.

“Rei Arthur – A Lenda da Espada”, de Guy Ritchie

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Com data de estreia prevista para dia 12 de maio, o longa “Rei Arthur – A Lenda da Espada”, de Guy Ritchie, contará a história de Arthur (Charlie Hunnam), jovem que controla os becos de Londonium e que não entende muito bem qual a sua predestinação até encontrar a Excalibur, espada que o desafia e o coloca em confronto com o poder que possui – algo que precisa ser dominado para que ele consiga unir seu povo e derrotar o vilão Vortigem (Jude Law), que destruiu sua família.

“Baywatch”, de Seth Gordon

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Contando com um elenco e tanto que conta com nomes de Dwayne Johnson, Zac Efron e Alexandra Daddario, o longa “Baywatch”, de Seth Gordon, que estreia em 25 de maio nos EUA, narrará a descoberta de uma conspiração feita por parte de dois salva-vidas que trabalham juntos: um que é super devoto e orgulhoso da própria profissão, e outro que é novato e exibido.

“Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, de Joachim Rønning e Espen Sandberg

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O titulo que tem data prevista para estrear em 26 de maio é mais um volume da série que leva à loucura os fãs da saga dos Piratas do Caribe. Na sequência “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, de Joachim Rønning e Espen Sandberg, o capitão Salazar (Javier Bardem) é o novo desafio para o capitão (e galã) Jack Sparrow (Johnny Depp) e o novo embate para o protagonista gira em torno da gana de Salazar por matar todos os piratas da face da terra. Sparrow, para escapar, precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que permite o controle das águas.

“Alien: Covenant”, de Ridley Scott

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Para os ávidos por ficção científica, esse é um título que vai agradar e não é pouco. No longa “Alien: Covenant”, de Ridley Scott, conhecido por dirigir filmes como “Prometheus”, “Robin Hood” e “Hannibal”, a história se passa em 2104, quando viajantes da nave Covenant que transita pela galáxia encontram um planeta remoto que aparenta ser um tipo de paraíso inexplorado – terra que na verdade é sombria e que esconde terríveis segredos. Katherine Waterston e Michael Fassbender são nomes que compõem o elenco do longa que estreará em 19 de maio.

“As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme”, David Soren

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Com estreia prevista para 2 de junho nos cinemas dos EUA, a animação “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme”, de David Soren, tem tudo para fazer a cabeça das pequenas e pequenos. Na trama, duas crianças hipnotizam o diretor do colégio e o transformam no elástico e bonzinho Capitão Cueca.

“Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins

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Entrando para a lista dos filmes indispensáveis para os amantes de histórias em quadrinhos, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins tem estreia marcada para o dia 2 de junho. Contanto com Gal Gadot, Chris Pine e Connie Nielsen no elenco, a história contará sobre a vida de Diana Prince (Gal Gadot) que, a partir do acidente do piloto Steve Trevor (Chris Pine), a consciência em torno de que uma guerra se espalha pelo mundo, de seus poderes e de sua missão na Terra vem à tona.

“A Noite é Delas”, de Lucia Aniello

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O longa “A Noite é Delas”, de Lucia Aniello, com data marcada para estrear no dia 16 de junho nos EUA contará a história de cinco amigas que se reúnem em uma viagem à praia para comemorar uma despedida de solteira – só que as coisas saem um pouquinho do controle quando elas se envolvem no assassinato de um stripper. O filme conta com nomes como o da sexy symbol Scarlett Johansson e de Kate McKinnon no elenco.

“Carros 3”, de Brian Fee

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O volume 3 dessa animação da Disney vai trazer de volta mais uma disputa eletrizante nas pistas, mas a coisa vai ficar um pouco mais séria do que antes: McQueen, nessa sequência, acaba acelerando demais e se acidenta, correndo o risco de comprometer para sempre seu desempenho como corredor profissional. A estreia de “Carros 3” também será no dia 16 de junho.

“The House”, de Andrew Jay Cohen

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A estreia do longa “The House”, de Andrew Jay Cohen, está agendada para o dia 30 do mês de junho e a comédia vem para contar a história de Scott Johansen (Will Ferrel), um pai que torra todo um dinheiro reservado para pagar a faculdade da filha, Alex Johansen (Ryan Simpkins). Após deixar despertar seu lado avarento, o pai de família abre com sua mulher, Kate Johansen (Amy Poehler), um cassino ilegal no porão da própria casa para recuperar a grana que escapou num piscar de olhos da conta bancária.

“Meu Malvado Favorito 3”, de Kyle Balda e Pierre Coffin

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Esse aqui, sem sombra de dúvida, dará origem a filas gigantes nas bilheterias e terá todas as poltronas dos cinemas ocupadas por pessoas das mais diversas idades. Em “Meu Malvado Favorito 3”, de Kyle Balda e Pierre Coffin, que estreia em 30 de junho nos EUA, um ex-ator mirim e malvado bem sucedido em tempos passados chega para aterrorizar a vida de Gru, suas filhas, Dr. Nefario e os tão queridos Minions. Gru, no meio de tudo isso, ainda encontra seu irmão gêmeo, Dru.

“Girls Trip”, de Malcolm D. Lee

Divulgação/Adoro Cinema

Divulgação/Adoro Cinema

Foto: Divulgação/Adoro Cinema 

No dia 21 julho, “Girls Trip”, de Malcolm D. Lee, estreará nos EUA contando a história de quatro velhas amigas que vão para Nova Orleans em busca de diversão. Chegando lá para ir aos festivais anuais da cidade, o grupo vai ao Essence Festival, um evento que acaba revelando lados inesperados das companheiras de vida e, assim, ocasionando uma experiência de vida marcante para todas. No elenco há atrizes como Queen Latifah, Jada Pinkett Smith e Regina Hall.

“A Múmia”, de Alex Kurtzman

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No dia 9 de junho,“A Múmia”, de Alex Kurtzman, irá aos cinemas contar a história de uma antiga rainha (Sofia Boutella) que teve a vida tirada injustamente e foi mumificada. Porém, o que parecia ter acabado com a figura real sepultada, retorna e como múmia, ela desperta nos dias atuais e aterroriza áreas que vão desde o Oriente Médio até os becos de Londres. O longa conta, além de Sofia Boutella, com Tom Cruise e Anabelle Wallis no elenco.

“Transformers: O Último Cavaleiro”, de Michael Bay

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Compondo os títulos da saga dos carros que têm vida própria, a sequência “Transformers: O Último Cavaleiro”, de Michael Bay vem, no dia 23 de junho, contar da uma das missões mais difíceis da vida de Optimus Prime: encontrar no espaço os seres que deram origem à raça Transformers e, ao mesmo tempo, conviver com a consciência de que seus amigos também correm perigo na Terra. Mark Wahlberg e Isabela Moner fazem parte do elenco.

“Em Ritmo de Fuga”, de Edgar Wright

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28 de junho. Essa é a data de estreia do filme “Em Ritmo de Fuga”, de Edgar Wright, que contará a história de Baby (Ansel Elgort), o motorista de uma gangue de infratores que precisa usar fones de ouvido para amenizar o zunido que não para de soar em seu ouvido e que cai na estrada após um assalto à banco não sair conforme os planos. Jamie Foxx e Lily James também estão no elenco do longa.

“Amityville: O Despertar”, de Franck Khalfoun

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O horror “Amityville: O Despertar”, de Franck Khalfoun, com estreia prevista para 30 de junho narra o momento em que uma jornalista decidiu contar a história da cidade desde 1976. Acompanhada de mais pessoas dispostas a ajuda-la, as coisas começam a tomar um rumo sombrio e atividades paranormais de antigamente voltam a acontecer.

“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, de Jon Watts

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O novo título que compõe a sequência de filmes do Homem-Aranha traz como novidade não só uma nova história, mas também o protagonista dela: Tom Holland, que estreará na pele do personagem Peter Parker. Em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, de Jon Watts, o herói terá que combater Abutre (Michael Keaton) e vai se surpreender com a dificuldade que terá de enfrentar para realizar tal façanha. A estreia será no dia 7 de julho.

“Planeta dos Macacos: A Guerra”, de Matt Reeves

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Num novo confronto entre macacos e humanos previsto para estrear no dia 14 de julho, o primata César verá a si mesmo de frente com os próprios destinos e com a justiça. Depois de uma guerra com soldados impiedosos e várias vidas perdidas, em “Planeta dos Macacos: A Guerra”, de Matt Reeves, César quer vingança e o futuro do planeta pode correr riscos.

“Dunkirk”, de Christopher Nolan

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“Dunkirk”, o filme de Guerra de Christopher Nolan que estreará no dia 21 de julho é baseado na história verídica da Operação Dínamo, que é mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, operação militar ocorrida no começo da Segunda Guerra Mundial. Tom Hardy, Cillian Murphy e Mark Rylance fazem parte do elenco do longa.

“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, de Luc Besson

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Também no dia 21 de julho, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, ficção científica de Luc Besson passada no século XXVIII irá para as telonas dos cinemas contando a história dos viajantes do espaço Valérian (Dane DeHaan) e a amada Laureline (Cara Delevingne) que defendem a Terra e planetas aliados de ataques e que precisam acabar com uma grande operação que ameaça a vida de toda uma população.

“Atômica”, de David Leitch

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Dia 28 de julho é a data que registrará a estreia do suspense misturado com ação “Atômica”, de David Leitch, que contará a história de Lorraine Broughton (Charlize Theron), uma agente secreta que vai à Berlim durante a Guerra Fria e que tem que usar todas as suas habilidades para chegar ao objetivo que lhe foi proposto.

“A Torre Negra”, de Nikolaj Arcel

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Em 4 de agosto, a fantasia de Nikolaj Arcel narrará como um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo com o objetivo de encontrar a Torre Negra, um prédio que está em vias de desaparecer. Mas, para isso, será preciso encontrar o Homem de Preto (Matthew McConaughey), o que não é tão fácil quanto parece.

“Annabelle 2: A Criação do Mal”, de David F. Sandberg

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Para os fãs de um bom horror, “Annabelle” (2014) só deixou um gostinho de quero mais que será finalmente sanado agora em 2017. No dia 11 de agosto, o longa aterrorizante irá aos cinemas falar sobre a dificuldade de um artesão e sua esposa, que perderam a filha, de lidarem com um demônio arrepiante do passado: Annabelle, uma boneca criada pelo próprio artesão,

Produção de grandes fotógrafos é tema de exposição no MAB-FAAP

Mario Testino, Bob Wolferson, Klaus Mittledorf são alguns dos fotógrafos prestigiados pela exposição que exalta a importância dos retratos nas artes

A fotografia está em todos os lugares atualmente, mas poucas vezes são vistas como um trabalho artístico quando estão fora dos museus. Enaltecendo uma das formas mais antigas de expressão – os retratos – o Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB-FAAP) realizará uma exposição homenageando grandes fotógrafos como J. R. Duran, Mario Testino, Bob Wolfenson, Pierre Verger, Klaus Mittledorf e muitos outros que fazem parte do acervo da fundação. A exposição abre na próxima segunda-feira (10) e tem entrada gratuita.

Exposição sobre importância dos retratos homenageia grandes fotógrafos como Klaus Mittledorf no MAB-FAAP

Exposição sobre importância dos retratos homenageia grandes fotógrafos como Klaus Mittledorf no MAB-FAAP

Foto: Divulgação/FAAP

Os retratos

Com a curadoria do professor Rubens Fernandes Junior, a FAAP irá apresentar cerca de 90 trabalhos de grandes fotógrafos brasileiros e internacionais que fazem parte da coleção da faculdade. “O retrato é o primeiro território da fotografia consolidado ao longo dos mais de 170 anos de história. Com este recorte, será possível atestar as diversas mudanças tecnológicas pelas quais passou a fotografia e a série de procedimentos técnicos que alterou profundamente os métodos e os estilos de representação”, diz o curador sobre a escolha do tema que sempre foi caro ao universo das artes visuais e, na fotografia, encontrou um novo expoente.

Bob Wolfenson (São Paulo%2C SP 1954)%2C

Para abrigar a complexidade o assunto, a mostra será dividida em cinco grupos menores que trabalharão com temas específicos: Clássicos, que trará fotógrafos icônicos do ramo, Moda, Cultura Pop, Artes Visuais e Grupos. Cada área se dedicará a explorar a fundo a forma como a fotografia aborda cada uma das temáticas individuais, porém sempre pautadas com base nos retratos, ponto central da mostra. Vários dos artistas participantes da exposição, como Erwin Blumenfeld, Bob Gruen, Klaus Mitteldorf e outros já foram tema de exposições individuais no local.

Informações

“Retrato – Território da Fotografia” acontecerá entre os dias 10 de abril e 4 de junho no MAB-FAPP, e contará com fotógrafos de renome internacional, tais como Horst P. Horst, Klaus Mitteldorf, Bob Wolferson e Mario Testino. A entrada é gratuita e o museu fica aberto às segundas, quartas, quintas e sextas e os finais de semana.

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