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Uruguai é novo polo das artes plásticas na América do Sul

The New York Times

Em Punta del Este e José Ignacio, colecionadores do mundo todo combinam férias em alto nível a compras de obras

Em janeiro, o músico, escritor e artista visual uruguaio Dani Umpi teve uma exposição solo em Punta del Este, cidade de veraneio na costa leste do Uruguai. Ela foi realizada na Galerie Xippas, local elegante aberto recentemente pelo negociador de arte Renos Xippas, de Paris. Penduradas nas paredes da galeria, brilhantes colagens feitas de pequenos fragmentos de fotos de revistas, e caixas contendo rostos de pássaros usando perucas de neon – uma viva exibição da tendência de Umpi para o bizarro e o sarcasmo.

Escultura de Pablo Atchugarry no hotel Estância Vik, em José Ignácio

Escultura de Pablo Atchugarry no hotel Estância Vik, em José Ignácio

Foto: Matilde Campodonico/The New York Times

Escultura de Humberto Cazorla instalada em Tierra Garzon, um condomínio de luxo próximo a Pueblo Garzon

Escultura de Humberto Cazorla instalada em Tierra Garzon, um condomínio de luxo próximo a Pueblo Garzon

Foto: Matilde Campodonico/The New York Times

Na vila de José Ignácio, a Galeríaa de las Misiones expõe a escultura

Na vila de José Ignácio, a Galeríaa de las Misiones expõe a escultura “A grande função”, do artista uruguaio Ricardo Pascale

Foto: Matilde Campodonico/The New York Times

Em Punta del Este, a Fundação Pablo Atchugarry é um centro artístico sem fins lucrativos conduzido por Pablo Atchugarry

Em Punta del Este, a Fundação Pablo Atchugarry é um centro artístico sem fins lucrativos conduzido por Pablo Atchugarry

Foto: Matilde Campodonico/The New York Times

Arte de última geração e galerias de alto nível são novidade no Uruguai, país geralmente associado à modéstia e à moderação. Mas sua costa leste – especialmente Punta del Este e as aldeias vizinhas de José Ignacio e Pueblo Garzón – tornou-se um paraíso de inverno (com clima quente) para ricos internacionais. Entre bronzeamentos na praia e festas na piscina, eles vão adquirindo pinturas e esculturas locais.

No século passado, a cena artística do Uruguai (respeitável, mas de certa forma insular) foi fortemente influenciada por um estilo geométrico abstrato conhecido como construtivismo, criado no início de 1900 pelo pintor Joaquín Torres García. No novo milênio, artistas locais ficaram mais experimentais numa era de livre fluxo de informações. “Há alguns anos, comecei a ver que o Uruguai estava se movendo numa direção muito interessante”, declarou Xippas. “Existe uma nova geração com ideias frescas e irônicas.”

Ele pretende se mudar para um espaço maior, montado em seis hectares na metade do caminho entre Punta del Este e José Ignacio. “Decidi abrir uma galeria em Punta del Este antes que chegasse alguém como Larry Gagosian e o fizesse”, afirmou Xippas, referindo-se a um dos negociadores de arte mais famosos do mundo.

Em frente ao futuro estabelecimento de Xippas fica a Fundación Pablo Atchugarry, um centro artístico sem fins lucrativos conduzido por Pablo Atchugarry, artista de Montevidéu que ganhou reconhecimento internacional com uma série de esculturas abstratas em mármore. O centro recebe exposições de artistas como Le Corbusier e novos talentos locais, como Rita Fischer.

Seu filho de 27 anos, Piero, é o membro mais recente da turma de arte costeira. Há seis meses, ele abriu uma galeria em Tierra Garzón, uma fazenda de 162 hectares que está sendo transformada em destino cultural. Além da Piero Atchugarry Gallery, que ocupa um estábulo reformado, a propriedade também possui residências modernas para artistas visitantes e um hotel rural ainda em construção. Tierra Garzón fica bem ao lado de Pueblo Garzón, antiga cidade férrea que voltou à vida quando o chef Francis Mallmann abriu uma elegante pousada e restaurante ali.

Mas a transformação mais notável da região ocorreu 37 quilômetros ao sul, em José Ignacio. Essa península enganosamente rústica, que há apenas uma década era uma tranquila aldeia de pesca, é hoje um dos locais de férias mais cobiçados da América do Sul. E também está se tornando um eixo de arte, em parte graças a Alexander Vik, financista e colecionador de arte norueguês que construiu dois resorts de luxo focados em arte, Estancia Vik Jose Ignacio e Playa Vik Jose Ignacio.

Ambos são decorados com uma coleção de obras feitas localmente, como esculturas, murais e pinturas. “Recebemos muitos pedidos de hóspedes que querem comprar arte e conhecer os artistas”, explicou Vik. O estilista Jason Wu, por exemplo, levou para casa um desenho do artista Marcelo Legrand após ver seu trabalho numa das suítes do Estancia Vik.

Uma terceira propriedade, Bahia Vik, deve abrir em setembro (quando muitos dos negócios da região reabrem após uma pausa de inverno) numa praia tranquila no lado sul da península. Dadas as reações entusiasmadas com as obras nos outros dois empreendimentos, Vik está equipando este hotel de 37 quartos com uma boutique de arte.

Até mesmo algumas das galerias mais tradicionais do país estão abrindo caminho para a aldeia. A Galería de Las Misiones, que possui uma coleção de arte uruguaia do século 20, abriu uma sala de exposições a apenas alguns metros da praia. É um local para ver e comprar obras de artistas como Pedro Figari, pintor pós-impressionista nascido em 1861 – e que se tornou uma figura chave do outro apogeu artístico do Uruguai.

Uma casa flutuante para morar na praia em que bem entender

Samira Almeida

Empresa francesa constrói verdadeiras casas para serem atracadas no oceano

O que você prefere: uma longa viagem num navio luxuoso e exclusivo ou férias numa casa flutuante, cuidadosamente projetada para você atracar próximo à praia que mais gosta. A H2horizon, empresa francesa especializada em casas flutuantes, torna esta escolha muito mais fácil. Pode-se optar por morar, trabalhar ou passar a temporada numa casa planejada que flutua delicadamente no mar, presa a um cais. Dentre os projetos que a empresa oferece no seu site há desde os bem pequenos (a partir de 40 m²) até casas com cerca de 250 m².

A mais nova delas tem a assinatura do arquiteto baseado em Cingapura Dymitr Malcew, que trouxe um desenho que se distancia claramente de uma embarcação convencional. Ao contrário, a residência construída em um único pavimento tem muitas semelhanças com uma casa de praia. Mas ao invés de estar em terra firma ela flutua no meio do mar.

O projeto, que ganhou o nome de H2ouseboat, tem 218 m² divididos em dois quartos, dois banheiros, sala de estar, cozinha com bar e uma volta completa de terraços com deque de madeira. Paredes de vidro permitem total integração visual e uma paisagem deslumbrante do amanhecer ao pôr-do-sol a partir de qualquer dos ambientes. Painéis de madeira ou treliça podem garantir mais privacidade e proteção quando necessário.

Interessado? Saiba que a H2ouseboat pode ser entregue em qualquer lugar, inclusive aqui no litoral brasileiro. Justamente por isso – e por conta da total personalização de materiais e da planta – seu custo de produção é variável. Se quiser experimentar a estadia numa casa flutuante antes de planejar a sua própria, basta acessar o site da H2orizon. Ali é possível alugar uma das casas para suas férias e leva-la a qualquer lugar do mundo.

A proposta do arquiteto Dymitr Malcew une design e materiais naturais para aventureiros que nunca perdem a elegância

A proposta do arquiteto Dymitr Malcew une design e materiais naturais para aventureiros que nunca perdem a elegância

Foto: Divulgação

Vista do quarto projetado por Myitr Malcew para a H2ouseboat, da H2orizon – paredes de vidro permitem total integração

Vista do quarto projetado por Myitr Malcew para a H2ouseboat, da H2orizon – paredes de vidro permitem total integração

Foto: Divulgação

O living integra-se aos outros ambientes no projeto. Dele é possível acessar tanto a cozinha com bar como a ala privativa

O living integra-se aos outros ambientes no projeto. Dele é possível acessar tanto a cozinha com bar como a ala privativa

Foto: Divulgação

Além das belas vistas e do terraço com deque de madeira, os ambientes são equipados com marcenaria inteligente

Além das belas vistas e do terraço com deque de madeira, os ambientes são equipados com marcenaria inteligente

Foto: Divulgação

Paredes e portas de vidro tornam a H2ouseboat ainda mais atrativo ao fazer da natureza ao redor parte da arquitetura

Paredes e portas de vidro tornam a H2ouseboat ainda mais atrativo ao fazer da natureza ao redor parte da arquitetura

Foto: Divulgação

Iluminação e ventilação natural aliados a total privacidade e vistas deslumbrantes, são diferenciais da H2ouseboat

Iluminação e ventilação natural aliados a total privacidade e vistas deslumbrantes, são diferenciais da H2ouseboat

Foto: Divulgação

Serviço:

H2orizon

Myitr Malcew

Quanto custa comer nos restaurantes mais badalados de São Paulo

Juliana Bianchi

Saborear uma carne nobre pode sair mais caro do que um prato gastronômico assinado por um dos melhores chefs do mundo

Eles não estão na lista dos melhores restaurantes do mundo, não contam com chefs premiados ou preparos ultraelaborados no menu. Ainda assim, cinco dos dez restaurantes com os pratos mais caros de São Paulo podem se gabar de ter algo fundamental em comum com as demais casas do ranking, a altíssima qualidade dos ingredientes. Só mesmo isso para justificar, por exemplo, a cobrança de R$ 278 por um baby beef vindo da Austrália, como acontece no restaurante A Figueira Rubaiyat.

O prato, que acompanha batata suflê e farofa, lidera a pesquisa de preços na cidade seguido pelo kobe beef super premium do restaurante Varanda Grill, de R$ 267, e pelo Tropical kobe beef do Rubaiyat, cuja porção sai R$ 229. Na sequência, vem a lagosta ao thermidor, um clássico culinário servido por R$ 202 no restaurante A Bela Sintra. “É claro que o produto é muito bom, mas o custo para ter um restaurante nos Jardins, com garçons bem treinados e impostos em dia é muito alto. Acabamos tendo de repassar isso aos clientes”, afirma Aristides Moreira Cardoso, gerente geral da casa. Ainda assim, a clientela parece não se importar. “Vendemos de cinco a seis unidades da lagosta por dia”, garante.

Mas os valores acima não devem servir de base para afastar quem sonha em experimentar as criações de chef conceituados como Alex Atala e Helena Rizzo, apontada como a melhor chef mulher da atualidade. No restaurante D.O.M – eleito sétimo melhor do mundo –, por exemplo, o menu degustação mais em conta, intitulado “Do Reino Vegetal”, sai R$ 242, com direito a cinco pratos, queijo e sobremesa, mas não leva carne. E com muito menos – R$ 82 – é possível provar o almoço executivo da casa, que traz o clássico arroz com feijão, com salada verde, batata sautée, couve, farofa, banana à milanesa e um grelhado.

No Maní, de Helena Rizzo, a conta pode sair ainda menor, já que o pratos à la carte mais caro sai R$ 79 (atum levemente grelhado com quinua, chutney de amoras, espuma de gengibre e shissô). Valor que não paga nem o prato mais simples do restaurante Fasano, onde o tortelli de vitela ao creme de parmesão e outras seis opções de massa fresca saem R$ 99. Verdadeiras raridades em um cardápio onde quase todos os pratos principais têm três dígitos, culminando no spaghettini ao creme de limão siciliano com flor de caviar Petrossian, de R$ 195.

Em outros restaurantes que figuram na lista dos mais badalados da cidade os valores atingem picos menores e a variação entre os pratos pode ser mínima. Independente do uso de ingredientes importados ou sabidamente mais caros, como caviar, trufa ou foie gras. É o que acontece no restaurante Epice, onde o pé de porco com feijão fradinho, musseline de foie gras, cogumelo cepes e picles de cenoura – o mais em conta no menu – sai apenas R$ 6 a menos que o pescoço de cordeiro cozido por 20 horas a baixa temperatura, com cebola derretida, manteiga de garrafa, berinjela, carne seca e folha de capuchinha. Prato mais dispendioso, de R$ 83.

“Prefiro deixar os preços equilibrados para que um prato não saia muito mais que o outro só por isso”, afirma o chef Alberto Landgraf, que inclui o trabalho de criação e elaboração das receitas na hora de calcular os valores. “O custo da criação é pesado. Passo muito tempo pensando nas receitas, visitando fornecedores e trabalhando finamente os ingredientes. Esse trabalho exclusivo é cada vez mais o verdadeiro luxo”, diz ele, comemorando a vitória da técnica e da alta qualidade em qualquer tipo de alimento sobre o que ele chama de falso senso de luxo. “É como diz Ferran Adrià, melhor comer sardinha fresca a lagosta congelada.”

Veja abaixo o preço dos pratos mais barato e mais caro de alguns dos principais restaurantes de São Paulo.

(*) O menu à la carte só é servido no almoço

Baby beef australiano do restaurante Figueira Rubaiyat, o prato mais caro da cidade: R$ 278

Baby beef australiano do restaurante Figueira Rubaiyat, o prato mais caro da cidade: R$ 278

Foto: Divulgação

Seguindo pelo kobe beef super premium do restaurante Varanda Grill, de R$ 267

Seguindo pelo kobe beef super premium do restaurante Varanda Grill, de R$ 267

Foto: Divulgação

E pelo Tropical kobe beef do Rubaiyat, cuja porção sai R$ 229

E pelo Tropical kobe beef do Rubaiyat, cuja porção sai R$ 229

Foto: Divulgação

A clássica lagosta ao thermidor, do restaurante A Bela Sintra, sai por R$ 202

A clássica lagosta ao thermidor, do restaurante A Bela Sintra, sai por R$ 202

Foto: Mauro Hollanda

O spaghettini ao creme de limão siciliano com flor de caviar Petrossian do Fasano sai por R$ 195 e fica com a quinta posição

O spaghettini ao creme de limão siciliano com flor de caviar Petrossian do Fasano sai por R$ 195 e fica com a quinta posição

Foto: Divulgação

O sexto lugar no ranking vai para o bife de Wagyu Striploin, carne nobre por ter a gordura entremeada, do restaurante Pobre Juan: R$ 154,90

O sexto lugar no ranking vai para o bife de Wagyu Striploin, carne nobre por ter a gordura entremeada, do restaurante Pobre Juan: R$ 154,90

Foto: Divulgação

O haddock poché ao molho de limão e purê de batatas do restaurante Parigi está entre os 10 pratos mais caros da cidade, sendo vendido por R$ 134

O haddock poché ao molho de limão e purê de batatas do restaurante Parigi está entre os 10 pratos mais caros da cidade, sendo vendido por R$ 134

Foto: Divulgação

O caixote marinho, um dos pratos mais pedidos na Figueira Rubaiyat, custa R$ 134

O caixote marinho, um dos pratos mais pedidos na Figueira Rubaiyat, custa R$ 134

Foto: Divulgação

No Loi Ristorantino, do chef Salvatore Loi, o camarão rosa com tomate fresco e nhoque de batata custa R$ 125. Nono lugar no ranking

No Loi Ristorantino, do chef Salvatore Loi, o camarão rosa com tomate fresco e nhoque de batata custa R$ 125. Nono lugar no ranking

Foto: Divulgação

No restaurante Dalva e Dito, o bobó de camarão e moranga com arroz branco custa R$ 110

No restaurante Dalva e Dito, o bobó de camarão e moranga com arroz branco custa R$ 110

Foto: Sergio Coimbra/ Divulgação

Açorda de bacalhau é o prato mais barato do menu do A Bela Sintra e custa R$ 90

Açorda de bacalhau é o prato mais barato do menu do A Bela Sintra e custa R$ 90

Foto: Mauro Holanda / Divulgação

No Emiliano, o camarão rosa com abobrinha, tomate cereja confit e purê de mandioquinha sai por R$ 85. Prato mais caro

No Emiliano, o camarão rosa com abobrinha, tomate cereja confit e purê de mandioquinha sai por R$ 85. Prato mais caro

Foto: Tuca Reines/ Divulgação

No Clos de Tapas, o prato mais caro também é um camarão rosa, com vieira, lula e robalo, com cuscuz marroquino e especiarias, R$ 79

No Clos de Tapas, o prato mais caro também é um camarão rosa, com vieira, lula e robalo, com cuscuz marroquino e especiarias, R$ 79

Foto: Tuca Reines/ Divulgação

O atum com quinua, chutney de amoras, espuma de gengibre e shissô, prato mais caro do Maní, custa R$ 79

O atum com quinua, chutney de amoras, espuma de gengibre e shissô, prato mais caro do Maní, custa R$ 79

Foto: Juliana Bianchi

No Attimo, o prato mais caro é a bisteca alla fiorentina: R$ 79

No Attimo, o prato mais caro é a bisteca alla fiorentina: R$ 79

Foto: Mauro Hollanda

No Epice, o prato mais caro é o pescoço de cordeiro com cebola derretida (R$ 83), menos de dez reais mais caro que o prato mais em conta

No Epice, o prato mais caro é o pescoço de cordeiro com cebola derretida (R$ 83), menos de dez reais mais caro que o prato mais em conta

Foto: Rafael Facundo e Pedro Santos

No Kinoshita, o prato à la carte mais caro é a costelinha de cordeiro grelhada com molho teriyaki: R$ 68

No Kinoshita, o prato à la carte mais caro é a costelinha de cordeiro grelhada com molho teriyaki: R$ 68

Foto: Peu Reis/ Divulgação

O galeto desossado e grelhado na brasa (R$ 57,40) é o prato de carne mais em conta no Pobre Juan

O galeto desossado e grelhado na brasa (R$ 57,40) é o prato de carne mais em conta no Pobre Juan

Foto: Divulgação

Lingeries de luxo são confeccionadas com fio de ouro 24k

Rococo Dessous é o nome da empresa que anunciou no mês passado o lançamento de uma coleção de lingeries confeccionadas com fio de ouro de 24 quilates. A responsável pela marca é Breanna Lee, ex-designer da Victoria’s Secret, que agora dedica seu tempo a criar itens de luxo.

Os fios usados para desenvolver sutiãs, calcinhas e camisolas vêm especialmente de uma fábrica na Suíça. Cada um dos conjuntos tem uma inspiração nobre que passa por personalidades como Cleópatra e Maria Antonieta, por exemplo.

Crédito: Divulgação/rococodessous.com

O custo de tamanho luxo em forma de lingerie pode variar de 3 a 6 mil dólares, o que equivale a aproximadamente 6 e 12 mil reais. Por uma taxa adicional, as clientes ainda podem incrementar as peças com joias e pérolas. A designer explica que as lingeries podem ser lavadas delicadamente e o fio de ouro foi colocado em partes da peça que não entram em contato direto com a pele.

Os itens podem ser comprados somente através de visitas privadas em boutiques selecionadas. Embora pareça que a demanda desse produto seja baixa devido ao seu alto custo, o Wall Street Journal aponta que clientes do mundo inteiro demonstraram interesse nas peças, principalmente no sul da França, Oriente Médio e Rússia.

Mixologistas australianos criam o drink mais caro do mundo

Grand Marnier, Chartreuse, Angostura e conhaque são os principais ingredientes que formam Winston, o mais novo drink oferecido pelo Club 23, em Melbourne, na Austrália. O que soa como uma bela opção para os fãs de licor pode não agradar tanto assim aqueles que não possuem uma bela quantia disponível na conta bancária.

Segundo o jornal britânico The Daily Mail, pela bagatela de 8.167 libras – ou seja, pouco mais de 24 mil reais – é possível provar a novidade oferecida pelo bar australiano. Logicamente, essa incrível soma elevou o drink ao posto de mais caro do mundo, deixando o Salvatore’s Legacy, criado em Londres, em segundo lugar na lista.

Crédito: Reproudção/dailymail.co.uk

Para justificar o valor astronômico que chega à mesa em forma de drink, os ingredientes utilizados na bebida são da mais alta qualidade. O licor Grand Marnier Quintessence e o licor Chartreuse Vieillissement Exceptionnellement Prolonge se juntam ao conhaque Croizet, datado de 1858, cuja unidade da garrafa chega a custar 99 mil libras.

Para finalizar a bebida, os mixologistas ainda adicionaram chocolate, essência de sementes de papoula, essência de rosas e coco. Os interessados em provar a iguaria, no entanto, precisam encomendar o drink, pois é necessário dois dias para se preparar um Winston.

Pulseira perolada

A moda das pérolas ficou eternizada pela estilista Coco Chanel, que sempre usava colares com esses belos e delicados itens. As pérolas verdadeiras têm valores bem altos, no entanto, você pode garantir o mesmo efeito com bijuterias feitas com contas peroladas. Quer uma ideia?

Essa pulseira linda da Accessorize tem três fileiras de contas peroladas com aplicação de pedrinhas brilhantes tipo strass e custa apenas 69,90 reais na loja virtual da marca.

Cinema inspira a nova coleção de joias da Bergerson

Por nos trazer referências tão variadas e marcantes, a sétima arte é a inspiração da nova coleção de joias da Bergerson, que foi batizada de Vida em Cena.

Crédito: Divulgação – Bergerson

As peças apresentadas são resultado de influências diversas que revelam sensações e sentimentos despertados pelo cinema. A coleção retoma a estética retrô e feminina das obras cinematográficas dos anos 1950, mostrando joias românticas e com detalhes ao estilo de Audrey Hepburn, Brigitte Bardot e Marilyn Monroe, além de fazer referência às fantásticas cenas do cinema.

Para mulheres ousadas, a Bergerson traz joias versáteis e muito criativas. Nesse contexto, outra referência da coleção são as heroínas modernas e poderosas, de salto alto, apresentadas nas telonas. As divas do cinema – de ontem, como Liz Taylor, e atuais, como Angelina Jolie – também inspiram a coleção e surgem simbolicamente em peças únicas e luxuosas, como elas.

Cores, combinações e designs exclusivos são algumas das características que marcam a nova coleção de joias da Bergerson. Entre as gemas estão morganitas, apatitas, safiras, tsavoritas, rubis, esmeraldas, diamantes e pérolas de diferentes tons.

Piaget lança coleção de relógios cravejados de diamantes

Quem não consegue mais ficar sem um relógio de pulso desde que ele voltou a fazer sucesso no look pode contar com versões bem sofisticadas do acessório. A relojoaria suíça Piaget divulgou nesta semana sua nova coleção de relógios de luxo, batizada de Couture Precious.

Crédito: Divulgação – Piaget

A linha possui peças feitas à mão pelos artesãos da marca, que combinam técnicas da alta relojoaria com as da alta joalheria. Os modelos possuem diamantes cravejados em sua estrutura, indicadores em prata e estrutura de ouro branco.

Confira na galeria os modelos lançados e inclua o seu preferido na lista de desejos. Eles estão à venda em sofisticadas joalherias brasileiras:

Macarrão mais caro do mundo é feito com lagosta e trufas negras

Para muitos, o macarrão é uma opção simples, fácil de ser preparada e muito saborosa. No entanto, um restaurante localizado em Nova York, nos Estados Unidos, levou o prato a um outro nível e se tornou o responsável pelo macarrão mais caro do mundo.

Crédito: Reprodução/dailymail.co.uk

BiCe, localizado em Manhattan, é o estabelecimento que comercializa um tagliolini caseiro acompanhado de lagostas frescas do Maine e trufas negras por 2.013 mil dólares, o que equivale a pouco mais de 4 mil reais. “Ele desmancha na sua boca, a lagosta é fresca e tenra e todos os sabores se harmonizam juntos. Fico com água na boca só de pensar”, declara Silverio Chavez, o chef responsável pela iguaria.

Além desses ingredientes, o jornal britânico The Daily Mail revela que a receita leva tomates frescos e cogumelos salteados. Porém, o que realmente deixa a preparação mais especial, por incrível que pareça, é o prato em que ela é servido.

A louça do restaurante leva a assinatura do estilista Gianni Versace, tem detalhes em folha de ouro e pode ser levada pelo cliente como uma recordação da refeição. Foram produzidos 800 pratos exclusivos para servir essa iguaria, mas agora restam apenas 45 deles.

“É realmente uma edição limitada”, finaliza Chavez.

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